{"id":501,"date":"2016-01-14T17:23:44","date_gmt":"2016-01-14T17:23:44","guid":{"rendered":"http:\/\/finoeste.pt\/?page_id=501"},"modified":"2018-07-03T17:12:17","modified_gmt":"2018-07-03T17:12:17","slug":"nacional","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/finoeste.pt\/?page_id=501","title":{"rendered":"Nacional"},"content":{"rendered":"<h3><span style=\"color: #000080;\">Contribuintes t\u00eam 10 dias para pedir dispensa de pagamento de coima por n\u00e3o terem aberto a caixa postal electr\u00f3nica (ViaCTT)<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\">Milhares de contribuintes falharam ativa\u00e7\u00e3o da caixa postal eletr\u00f3nica para comunicarem com o fisco. Coimas chegaram agora ao correio fisico.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os milhares de contribuintes que est\u00e3o a ser surpreendidos com multas do fisco por n\u00e3o se terem \u2018aberto\u2019 uma caixa postal eletr\u00f3nica (atrav\u00e9s do ViaCTT) podem pedir a dispensa de pagamento da coima, mas devem faze-lo quanto antes. \u00c9 que, esgotados os primeiros 10 dias, a coima aumenta e o valor das custas duplica. Pedido deve ser feito nas reparti\u00e7\u00f5es de Finan\u00e7as e antecipam-se enchentes.<\/p>\n<p>Cristina Costa est\u00e1 entre os que receberam aquela notifica\u00e7\u00e3o que est\u00e1 a chegar aos trabalhadores independentes e empresas que n\u00e3o t\u00eam isen\u00e7\u00e3o de IVA- porque assim o decidiram ou porque o seu volume de neg\u00f3cios anual ultrapassa os 10 mil euros \u2013 e que deixaram passar o prazo de 30 dias que a lei lhes imp\u00f5e para se registarem na caixa postal eletr\u00f3nica, que est\u00e1 concessionada aos CTT. Esta obriga\u00e7\u00e3o existe desde 2012, mas tem passado despercebida. Cristina mudou o regime do IVA em fevereiro. \u201cFiz a mudan\u00e7a numa reparti\u00e7\u00e3o de Finan\u00e7as e ningu\u00e9m me avisou\u201d, referiu ao Dinheiro Vivo. O aviso chegou agora sob a forma de 88,25 euros (50 de coima e 38,25 euros de custas). Mas a multa pode chegar aos 250 euros.<\/p>\n<p>Nestas situa\u00e7\u00f5es a lei abre a possibilidade de os contribuintes pedirem dispensa de pagamento. Esta solu\u00e7\u00e3o foi ontem referida pelo secret\u00e1rio de Estado dos Assuntos Fiscais que lembrou que o contribuinte pode invocar que da sua atitude n\u00e3o resultou \u201cpreju\u00edzo efetivo \u00e0 receita tribut\u00e1ria\u201d e que a falta revela \u201cum \u201cdiminuto grua de culpa\u201d, Para que o pedido seja analisado e tenha possibilidade de ser atendido, \u00e9 ainda necess\u00e1rio regularizar a falha que originou o processo, ou seja, formalizar a ades\u00e3o \u00e0 ViaCTT.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Mendon\u00e7a Mendes referiu ainda que os pedidos ser\u00e3o analisados de forma individual, sendo que as empresas ter\u00e3o maior dificuldade em invocar o diminuto grau de culpa do que os particulares. Estas notifica\u00e7\u00f5es, precisou, surgiram depois de num processo de auditoria interna a AT ter detetado a inexist\u00eancia dos registo na ViaCTT sem que fossem aplicadas as san\u00e7\u00f5es previstas na lei.<\/p>\n<p>Pelas redes sociais come\u00e7aram enfrento a circular peti\u00e7\u00f5es a pedir a aboli\u00e7\u00e3o de multas por falta de inscri\u00e7\u00e3o no ViaCTT e a Ordem dos Contabilistas Certificados, liderada por Paula Franco, tomou, por seu lado, a iniciativa de propor \u00e0 respons\u00e1vel da AT um conjunto de solu\u00e7\u00f5es para fazer face a este tipo de situa\u00e7\u00f5es. A cria\u00e7\u00e3o de um mecanismo autom\u00e1tico de abertura desta caixa posta eletr\u00f3nica e de um alerta autom\u00e1tico por parte da AT junto dos contribuintes.<\/p>\n<p>Em resposta aos jornalistas, a AT esclarece que os contribuintes foram avisados por e-mail de que iriam ser notificados. Em resposta \u00e0s quest\u00f5es dos jornalistas, a AT esclarece que antes da \u201d instaura\u00e7\u00e3o dos procedimentos contraordenacionais, a Autoridade Tribut\u00e1ria remeteu emails aos contribuintes, informando sobre a obrigatoriedade de ades\u00e3o \u00e0 caixa postal eletr\u00f3nica\u201d. E acrescenta as possibilidades de defesa que s\u00e3o dadas aos contribuintes no \u00e2mbito do Regime Geral das Infra\u00e7\u00f5es Tribut\u00e1rias, nomeadamente no seu artigo 32\u00ba.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&#8220;Artigo 32.\u00ba Dispensa e atenua\u00e7\u00e3o especial das coimas<\/strong><\/p>\n<p><strong> 1 \u2013 Para al\u00e9m dos casos especialmente previstos na lei, pode n\u00e3o ser aplicada coima, desde que se verifiquem cumulativamente as seguintes circunst\u00e2ncias: <\/strong><\/p>\n<p><strong>a) A pr\u00e1tica da infra\u00e7\u00e3o n\u00e3o ocasione preju\u00edzo efetivo \u00e0 receita tribut\u00e1ria; <\/strong><\/p>\n<p><strong>b) Estar regularizada a falta cometida; <\/strong><\/p>\n<p><strong>c) A falta revelar um diminuto grau de culpa.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>2 \u2013 Independentemente do disposto no n.\u00ba 1, a coima pode ser especialmente atenuada no caso de o infrator reconhecer a sua responsabilidade e regularizar a situa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria at\u00e9 \u00e0 decis\u00e3o do processo.&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A mesma fonte oficial lembra que \u201cdesde a entrada em vigor da Lei do Or\u00e7amento do Estado para 2012 que a \u201ccaixa postal eletr\u00f3nica\u201d passou a ser obrigat\u00f3ria para um conjunto de contribuintes (sujeitos passivos de IRC e sujeitos passivos de IVA enquadrados no regime normal, ao abrigo do artigo 19.\u00ba da Lei Geral Tribut\u00e1ria), estando o servi\u00e7o p\u00fablico de caixa postal eletr\u00f3nica concessionado aos CTT\u201d.<\/p>\n<p>Por esclarecer ficou o n\u00famero de contribuintes que foram apanhados nesta falha do registo e tamb\u00e9m se a AT devolver\u00e1 aos que entretanto pagaram a coima e as custas. Cristina Costa est\u00e1 entre os que se apressaram a pagar, j\u00e1 que o prazo de 10 dias para fazer a defesa e pedir a dispensa \u00e9 tamb\u00e9m o mesmo para se beneficiar de coima pelo valor m\u00ednimo e de metade das custas. O receio de que o pedido n\u00e3o fosse atendido levou-a a avan\u00e7ar com os 88,25 euros pedidos no aviso do fisco.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<p>Fonte: <i>Dinheiro Vivo<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3 class=\"title AT-icon-element-target\"><span style=\"color: #000080;\">N\u00e3o tem ViaCTT e recebeu uma multa das Finan\u00e7as? Eis o que tem de fazer.<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<header>\n<p class=\"lead\">Dezenas de milhares de contribuintes est\u00e3o a receber multas de 88 euros porque n\u00e3o se registaram na caixa de correio eletr\u00f3nico ViaCTT. O Governo sugere a quem recebeu a notifica\u00e7\u00e3o que pe\u00e7a dispensa de pagamento. Explicamos-lhe o que tem de fazer para que as Finan\u00e7as lhe perdoem a coima.<\/p>\n<\/header>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"article-content\">\n<p>\u00c9 a carta que est\u00e1 a surpreender dezenas de milhares de contribuintes. Uma multa de 88 euros (\u00e0s vezes mais) porque n\u00e3o se inscreveram nesta p\u00e1gina de e-mails chamada ViaCTT.<\/p>\n<p>O mais caricato \u00e9 que a grande maioria destes contribuintes nem sequer sabia da exist\u00eancia da ViaCTT, quanto mais da obrigatoriedade de se inscreverem. Por isso a revolta \u00e9 grande.<\/p>\n<p>Desde 2012 que a lei diz que assim que algu\u00e9m (particular, associa\u00e7\u00e3o ou empresa) passa a cobrar IVA nos recibos verdes ou a pagar IRC tem 30 dias para se inscrever na ViaCTT e comunicar isso \u00e0s Finan\u00e7as. \u00c9 obrigat\u00f3rio. Para todos os outros contribuintes \u00e9 opcional. O problema \u00e9 que quase ningu\u00e9m o fez. E agora as multas apareceram.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio das Finan\u00e7as, contactado pela SIC, diz que os que se se considerarem lesados podem pedir dispensa do pagamento desta coima. Cada pedido vai ser analisado individualmente. Lig\u00e1mos para o apoio telef\u00f3nico das Finan\u00e7as para tentar perceber o que deve fazer.<\/p>\n<p>Se j\u00e1 pagou, reclame, mas sem grande esperan\u00e7a. Se ainda n\u00e3o pagou, pode fazer o pedido para dispensa de pagamento da coima pelo e-balc\u00e3o, mas o mais garantido \u00e9 por carta registada ou entregue pessoalmente na sua reparti\u00e7\u00e3o de Finan\u00e7as.<\/p>\n<p>Diz a lei que pode pedir dispensa do pagamento:<\/p>\n<ul>\n<li>se a pr\u00e1tica da infrac\u00e7\u00e3o n\u00e3o prejudicou as Finan\u00e7as;<\/li>\n<li>Se j\u00e1 regularizada a falta cometida (ou seja, tem de se increver rapidamente na Via CTT);<\/li>\n<li>e revelar um diminuto grau de culpa.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Por outras palavras, tem e explicar que n\u00e3o sabia sequer que tinha de fazer isto.<\/p>\n<p>Depois de receber a coima tem 10 dias seguidos para pagar ou reclamar. Se deixar passar o prazo e n\u00e3o pagar, a coima sobe para 126,5 euros. Se a reclama\u00e7\u00e3o n\u00e3o for aceite, a coima passa tamb\u00e9m para 126,5 euros. O chefe da reparti\u00e7\u00e3o de finan\u00e7as \u00e9 soberano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao apresentar a reclama\u00e7\u00e3o, aguarde pela resposta. Tem efeitos suspensivos.<\/p>\n<p>Independentemente da utilidade ou n\u00e3o da caixa de Correio ViaCTT, por precau\u00e7\u00e3o, os contribuintes que cobram IVA ou pagam IRC s\u00e3o aconselhados a inscreverem-se. \u00c9 obrigat\u00f3rio e ainda podem evitar a multa de 88 euros.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"article-content\">\n<p>Fonte: <i>Sic Not\u00edcias<\/i><\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">IRS: O que muda em 2018 e os prazos que tem de cumprir<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As\u00a0declara\u00e7\u00f5es de IRS em papel acabaram\u00a0e este ano, pela primeira vez, toda a gente ter\u00e1 de entregar o seu IRS atrav\u00e9s de Internet. Esta \u00e9 uma das principais novidades da campanha do IRS de 2018, que come\u00e7a em breve e que, como todos os anos, implica o cumprimento de prazos para que o contribuinte garanta todas as dedu\u00e7\u00f5es a que tem direito.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m\u00a0este ano passa a haver\u00a0declara\u00e7\u00f5es de IRS autom\u00e1ticas, ou seja, totalmente pr\u00e9-preenchidas tamb\u00e9m para os contribuintes que t\u00eam filhos, \u00e0 semelhan\u00e7a do que j\u00e1 aconteceu no ano passado, mas apenas para quem n\u00e3o tinha dependentes a cargo.\u00a0Em 2018, com refer\u00eancia aos rendimentos de 2017,\u00a0tamb\u00e9m podem ter o IRS autom\u00e1tico os contribuintes que usufruam de benef\u00edcios fiscais relativos a donativos (os restantes est\u00e3o, para j\u00e1, exclu\u00eddos, e nesses casos n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ter o IRS autom\u00e1tico). Segundo as Finan\u00e7as, isso significa que, no total, haver\u00e1 quase cinco milh\u00f5es de agregados que, querendo, podem usar o IRS autom\u00e1tico.<\/p>\n<p>Estas declara\u00e7\u00f5es, em que o contribuinte praticamente\u00a0s\u00f3 tem de clicar no bot\u00e3o &#8220;submeter&#8221;, permitem que os reembolsos de IRS a que depois haja lugar cheguem tamb\u00e9m mais r\u00e1pido, em cerca de metade do tempo que \u00e9 preciso para quem opta pela entrega tradicional. No entanto, conv\u00e9m verificar se todas as dedu\u00e7\u00f5es foram tidas em conta pelo Fisco e, para isso, h\u00e1 um primeiro momento, que acontece agora at\u00e9 15 de Fevereiro e que ser\u00e1 fundamental.<\/p>\n<p>Basicamente, trata-se de verificar se as facturas que est\u00e3o na p\u00e1gina pessoal de cada contribuinte, no e-factura do Portal das Finan\u00e7as, correspondem \u00e0s facturas que cada um tem na sua posse. Na verdade, este \u00e9 um trabalho que deve ir sendo feito ao longo do ano, porque, al\u00e9m da verifica\u00e7\u00e3o, pode exigir que se fa\u00e7a uma confirma\u00e7\u00e3o das facturas em que o fisco tenha d\u00favidas. Se n\u00e3o for feita esta confirma\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o as facturas em causa n\u00e3o ser\u00e3o tidas em conta, com os inevit\u00e1veis efeitos no valor total das dedu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>De resto, o pr\u00f3prio Fisco reconhece que podem existir erros ou nem toda a informa\u00e7\u00e3o ter sido devidamente comunicada. Tanto que este ano, relativamente \u00e0s facturas do ano passado, volta a ser dada aos contribuintes a possibilidade de inserir manualmente na sua declara\u00e7\u00e3o de IRS os valores das dedu\u00e7\u00f5es \u00e0 colecta com sa\u00fade, forma\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o, encargos com im\u00f3veis e encargos com lares. Isso permitir\u00e1 corrigir erros no final do processo, ou seja, no momento da entrega da declara\u00e7\u00e3o de IRS. No entanto, tamb\u00e9m tem contra-indica\u00e7\u00f5es, desde logo a impossibilidade de usar o IRS autom\u00e1tico, que, para quem tem declara\u00e7\u00f5es simples, pode ser bastante c\u00f3modo.<\/p>\n<p>Por outro lado, para outras dedu\u00e7\u00f5es, como as despesas gerais familiares ou o benef\u00edcio fiscal do IVA, o valor que conta para o IRS \u00e9 o que o Fisco apurar no e-factura, da\u00ed a import\u00e2ncia deste per\u00edodo de verifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><\/h4>\n<h4><strong>Pais separados com novas regras<\/strong><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outro aspecto a ter em conta este ano respeita em particular aos\u00a0pais separados que tenham filhos e despesas em comum\u00a0relacionadas com os seus dependentes. Uma nova lei, aprovada em Julho de 2017 no Parlamento, veio introduzir mudan\u00e7as na forma como os progenitores podem deduzir as despesas com os filhos no IRS e incentivando a resid\u00eancia alternada das crian\u00e7as. Permite-se que as regras sejam id\u00eanticas independentemente de os pais j\u00e1 terem sido ou n\u00e3o casados, t\u00eam \u00e9 que haver um acordo de regula\u00e7\u00e3o de poder paternal.<\/p>\n<p>Por outro lado, a dedu\u00e7\u00e3o fixa por filho (600 euros\u00a0para os que t\u00eam mais de tr\u00eas anos e 726 euros\u00a0para idades inferiores) passa a apenas poder ser partilhada se o acordo de poder paternal consagrar a resid\u00eancia alternada das crian\u00e7as. Para o efeito, devem os pais informar o Fisco at\u00e9 ao dia 15 de Fevereiro.<\/p>\n<div class=\"showLerMais\">\n<p>Outra altera\u00e7\u00e3o que entra tamb\u00e9m em vigor este ano prev\u00ea que, no caso de os filhos terem rendimentos e de o acordo de poder paternal prever resid\u00eancia alternada, ent\u00e3o esses rendimentos ser\u00e3o englobados em 50% na declara\u00e7\u00e3o de IRS de cada um dos progenitores. Mais uma vez, \u00e9 preciso informar o Fisco at\u00e9 15 de Fevereiro do ano seguinte ao dos rendimentos.<\/p>\n<\/div>\n<p>Al\u00e9m das suas pr\u00f3prias facturas, os contribuintes devem ter em aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m as que apare\u00e7am nas p\u00e1ginas dos seus dependentes no e-factura. Estes poder\u00e3o ter despesas v\u00e1rias em seu nome, nomeadamente sa\u00fade ou educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Aten\u00e7\u00e3o que nem todas as despesas aparecem j\u00e1 no e-factura. Os juros de cr\u00e9dito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o, as rendas habitacionais, as taxas moderadoras dos hospitais p\u00fablicos ou as propinas de escolas p\u00fablicas s\u00f3 s\u00e3o comunicadas ao fisco pelas diferentes entidades durante o m\u00eas de Janeiro, por isso s\u00f3 mais tarde s\u00e3o disponibilizadas aos contribuintes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"citacaoH3Mobile\">As datas a colocar na agenda do IRS deste ano:<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>At\u00e9 15 de Fevereiro \u2013 garantir as dedu\u00e7\u00f5es no e-factura<\/strong><br \/>\nAs duas primeiras semanas de Fevereiro s\u00e3o o per\u00edodo em que os contribuintes devem verificar se todas as facturas que est\u00e3o em seu poder se encontram tamb\u00e9m registadas no Portal das Finan\u00e7as. Caso verifiquem que isso n\u00e3o acontece, devem introduzi-las manualmente na sua p\u00e1gina pessoal. S\u00f3 o poder\u00e3o fazer at\u00e9 15 de Fevereiro.<\/p>\n<p>Claro que s\u00f3 l\u00e1 estar\u00e3o as facturas emitidas com n\u00famero de contribuinte e, mesmo essas, \u00e9 poss\u00edvel que tenham de ser validadas, porque o Fisco n\u00e3o tem toda a informa\u00e7\u00e3o de que precisa para as considerar para efeitos de dedu\u00e7\u00e3o \u00e0 colecta. Ser\u00e1 o caso de facturas de sa\u00fade com IVA a 23%, em que o contribuinte ter\u00e1 de informar as finan\u00e7as de que disp\u00f5e da necess\u00e1ria receita m\u00e9dica. Ou despesas de uma livraria, por exemplo, em que ser\u00e1 preciso dizer se correspondem ou n\u00e3o a uma despesa de educa\u00e7\u00e3o. No caso de contribuintes que tenham rendimentos da categoria B, ser\u00e1 preciso informar o Fisco sobre se as despesas relativas \u00e0s facturas que aparecem em seu nome foram ou n\u00e3o realizadas no \u00e2mbito de uma actividade profissional \u2013 se foram, ent\u00e3o n\u00e3o contam para efeitos de dedu\u00e7\u00e3o ao IRS.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>De 1 a 15 de Mar\u00e7o \u2013 reclamar dos valores finais<\/strong><br \/>\nNo in\u00edcio de Mar\u00e7o, o Fisco dever\u00e1 disponibilizar no Portal das Finan\u00e7as de cada contribuinte a listagem completa das despesas e dedu\u00e7\u00f5es \u00e0 colecta apuradas com base nas facturas que lhe foram chegando ao longo do \u00faltimo ano atrav\u00e9s do e-factura. Se o contribuir nada fizer, ser\u00e3o estes os valores que ser\u00e3o tidos em conta quando chegar o momento de efectuar a liquida\u00e7\u00e3o do imposto. Querendo, o contribuinte tem at\u00e9 15 de Mar\u00e7o para reclamar dos valores se entender que estes n\u00e3o correspondem \u00e0s facturas que guardou ao longo do ano.<\/p>\n<p>Aten\u00e7\u00e3o, no entanto, que s\u00f3 pode reclamar dos valores correspondentes \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o \u00e0 colecta das despesas gerais familiares \u2013 que pode ir at\u00e9 250 euros e que se atinge com quaisquer gastos que a pessoa tenha tido \u2013 e ao benef\u00edcio fiscal do IVA \u2013 que se obt\u00e9m pedindo facturas nos restaurantes, hot\u00e9is, mec\u00e2nicos, cabeleireiros e veterin\u00e1rios.<\/p>\n<p>Para as outras despesas, os contribuintes dever\u00e3o alterar depois o valor, manualmente, na sua declara\u00e7\u00e3o de IRS.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1 de Abril a 31 Maio \u2013 entrega das declara\u00e7\u00f5es de IRS<\/strong><br \/>\nDesde o ano passado que passou a haver um prazo \u00fanico de entrega das declara\u00e7\u00f5es de IRS, seja qual for a categoria de rendimentos que o contribuinte tenha. A partir deste ano n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel entregar em papel, ou seja, todas as declara\u00e7\u00f5es t\u00eam de ser feitas online. Quem n\u00e3o tiver computador ou acesso \u00e0 internet, pode dirigir-se aos servi\u00e7os de Finan\u00e7as ou aos Espa\u00e7os do Cidad\u00e3o e solicitar ajuda.<\/p>\n<p>Para os contribuintes que tenham apenas rendimentos das categorias A (trabalho dependente) ou H (pens\u00f5es), com filhos ou sem filhos, haver\u00e1 declara\u00e7\u00f5es autom\u00e1ticas, que praticamente s\u00f3 \u00e9 preciso submeter. No entanto, ser\u00e1 poss\u00edvel alterar manualmente os valores das dedu\u00e7\u00f5es com sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, habita\u00e7\u00e3o e lares que estejam pr\u00e9-preenchidos pelo Fisco. Nesse caso n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel aproveitar a declara\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>At\u00e9 31 de Julho \u2013 Liquida\u00e7\u00e3o do imposto e reembolsos<br \/>\n<\/strong>Os contribuintes que tenham entregue a sua declara\u00e7\u00e3o dentro do prazo dever\u00e3o receber at\u00e9 ao final de Julho a correspondente nota de liquida\u00e7\u00e3o, bem como o reembolso a que eventualmente haja lugar. Para as declara\u00e7\u00f5es autom\u00e1ticas o prazo de reembolso dever\u00e1 ser menos, segundo garantem as Finan\u00e7as. Quem tenha imposto a pagar ter\u00e1 de o fazer at\u00e9 31 de Agosto (ou at\u00e9 ao fim do ano, se por acaso n\u00e3o cumpriu os prazos de entrega da declara\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: <i>Jornal de Neg\u00f3cios<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">\u00a0Veja as novas tabelas de reten\u00e7\u00e3o na fonte de IRS<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 foram <strong><a href=\"https:\/\/dre.pt\/application\/file\/a\/114440551\">publicadas em Di\u00e1rio da Rep\u00fablica<\/a><\/strong> as novas tabelas de reten\u00e7\u00e3o na fonte de IRS para 2018 e que se refletem nos sal\u00e1rios, dos trabalhadores dependentes, e pens\u00f5es j\u00e1 a partir deste m\u00eas.<\/p>\n<p>Todos os contribuintes com um rendimento mensal abaixo dos 3250 euros v\u00e3o pagar menos de imposto. Isto porque em vez dos cinco escal\u00f5es que existiam desde 2013, o IRS passa a ter sete escal\u00f5es de rendimento colet\u00e1vel. Este alargamento foi feito atrav\u00e9s de mexidas nas taxas e patamares de valores do 2\u00ba e 3\u00ba escal\u00f5es.<\/p>\n<p>Os contribuintes com um rendimento mensal acima dos 3250 euros tamb\u00e9m ter\u00e3o um desagravamento do IRS porque a sobretaxa de 3,5% foi eliminada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: <i>Dinheiro Vivo<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">Comunicado do Conselho de Ministros de 21 de dezembro de 2017<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1.\u00a0<\/strong>O Conselho de Ministros aprovou a atualiza\u00e7\u00e3o do valor da Retribui\u00e7\u00e3o M\u00ednima Mensal Garantida (RMMG) fixando-o nos 580 euros (quinhentos e oitenta euros), com entrada em vigor no dia 1 de janeiro de 2018.<\/p>\n<div><\/div>\n<div>A Retribui\u00e7\u00e3o M\u00ednima Mensal Garantida constitui um importante referencial do mercado de emprego, quer na perspetiva do trabalho digno e da coes\u00e3o social, quer da competitividade e sustentabilidade das empresas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Esta medida beneficiar\u00e1 mais de 800.000 trabalhadores.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><b>2.<\/b>\u00a0Foi aprovado o decreto-lei que altera o regime contributivo dos trabalhadores independentes.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Em cumprimento ao estabelecido no Programa de Governo, a altera\u00e7\u00e3o das regras do regime contributivo de seguran\u00e7a social constitui mais um passo no combate \u00e0 precariedade nas rela\u00e7\u00f5es laborais, visando o aumento da prote\u00e7\u00e3o social dos trabalhadores independentes.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>As altera\u00e7\u00f5es introduzidas determinam que as contribui\u00e7\u00f5es a pagar pelos trabalhadores independentes tenham como referencial os meses mais recentes de rendimento ou a reavalia\u00e7\u00e3o do regime das entidades contratantes, tendo em vista uma reparti\u00e7\u00e3o mais justa do esfor\u00e7o contributivo entre contratantes e trabalhadores independentes, com forte ou total depend\u00eancia de rendimentos de uma \u00fanica entidade.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Por outro lado, pretende-se simplificar e tornar mais transparente a rela\u00e7\u00e3o entre o trabalhador independente e a seguran\u00e7a social, assegurando igualmente uma prote\u00e7\u00e3o social efetiva, atrav\u00e9s da defini\u00e7\u00e3o de um montante m\u00ednimo de contribui\u00e7\u00e3o mensal, prevenindo situa\u00e7\u00f5es de aus\u00eancia de prazo de garantia na atribui\u00e7\u00e3o de presta\u00e7\u00f5es sociais imediatas e mediatas, resultantes de grandes oscila\u00e7\u00f5es de rendimento.<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>www.portugal.gov.pt<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #000080;\"><strong>Faturas que valem dinheiro e lhe podem reduzir o IRS em 2500 euros<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Aquilo que cada um paga de IRS tem uma rela\u00e7\u00e3o direta com o rendimento, mas as faturas podem ajudar a reduzir o imposto at\u00e9 2500 euros.<\/strong><\/span><\/p>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com o ano a aproximar-se do fim, restam dois meses para aumentar o volume de faturas de despesas que ajudam as fam\u00edlias a reduzir o seu IRS. Todas contam, mas h\u00e1 alguns requisitos a ter em aten\u00e7\u00e3o: \u00e9 necess\u00e1rio associar-lhes o NIF no momento em que s\u00e3o emitidas e \u00e9 tamb\u00e9m essencial que sejam validadas, quando ficam \u2018pendentes\u2019 no Portal das Finan\u00e7as.<\/p>\n<p>O esquema de dedu\u00e7\u00f5es que atualmente est\u00e1 em vigor permite que o imposto possa recuar entre mil e 2500 euros \u2013 se o contribuinte conseguir ter despesas suficientes com a casa, lares, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e gastos gerais familiares de forma a absorver os m\u00e1ximos permitidos. Estes limites globais est\u00e3o relacionados com o seu rendimento.<\/p>\n<p>A isto h\u00e1 ainda a somar os (poucos) benef\u00edcios fiscais que existem, nomeadamente o que \u00e9 conferido a quem tem PP e o que chega por via do IVA suportado nos restaurantes, transportes p\u00fablicos, veterin\u00e1rios, cabeleireiros e oficinas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>Despesas gerais familiares: <\/strong><\/span><\/p>\n<p>A conta da luz, do pacote de telecomunica\u00e7\u00f5es, da gasolina, do supermercado, da presta\u00e7\u00e3o do carro, da roupa ou dos m\u00f3veis est\u00e3o entre as que ajudam a reduzir o IRS. O fisco aceita 35% do valor gasto at\u00e9 ao limite de <strong>250 euros<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>Educa\u00e7\u00e3o: <\/strong><\/span><\/p>\n<p>Neste cabaz entram todas as faturas com livros e manuais escolares, refei\u00e7\u00f5es escolares, mensalidades de col\u00e9gios, propinas e explica\u00e7\u00f5es se ministradas por um explicador. Nos \u00faltimos dois anos, para agilizar o processo, tem sido permitido aos contribuintes indicarem o valor destes gastos, afastando o que foi pr\u00e9-calculado pela AT com base nas faturas comunicadas. Aqui contam 30% das despesas at\u00e9 ao limite de <strong>800 euros<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>Sa\u00fade: <\/strong><\/span><\/p>\n<p>O fisco abate ao IRS da cada fam\u00edlia 15% das despesas com medicamentos, consultas, exames ou tratamentos m\u00e9dicos desde que estes estejam isentos de IVA ou sujeitos \u00e0 taxa reduzida. Os que suportam 23% tamb\u00e9m podem ser considerados se forem comprados mediante receita m\u00e9dica. A sa\u00fade ajuda a reduzir o IRS at\u00e9 <strong>1.000 euros.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>Juros\/Rendas: <\/strong><\/span><\/p>\n<p>A casa, se adquirida com empr\u00e9stimo contra\u00eddo at\u00e9 ao final de 2011, tamb\u00e9m contribuir para baixar o IRS, j\u00e1 que s\u00e3o dedut\u00edveis 15% dos juros dos empr\u00e9stimos at\u00e9 ao limite de 296 euros. Quem vive em casa arrendada, beneficia de 15% do valor pago at\u00e9 <strong>502 euros.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>Lares:<\/strong><\/span><\/p>\n<p>S\u00e3o aceites 25% dos encargos com lares, apoio domicili\u00e1rio e institui\u00e7\u00f5es de apoio \u00e0 terceira idade, at\u00e9 ao m\u00e1ximo de <strong>403,75 euros. <\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>PPR: <\/strong><\/span><\/p>\n<p>Quem tem Planos de Poupan\u00e7a Reforma pode contar com 20% dos valores que aplicou durante o ano para baixar o IRS. Tamb\u00e9m aqui h\u00e1 limites que oscilam entre os 300 e os 400 euros, em fun\u00e7\u00e3o da idade do contribuinte. SE o PPR for \u2018publico\u2019, o limite s\u00e3o <strong>350 euros independentemente da idade.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>Donativos:<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Os donativos de dinheiro ao Estado e a algumas entidades tamb\u00e9m ajudam a baixar a fatura do IRS. E neste caso a generosidade da dedu\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e9 maior, j\u00e1 que corresponde a<strong> 25% do valor doado e n\u00e3o h\u00e1 limites. <\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>Cabeleireiros e afins:<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O limites deste benef\u00edcio est\u00e1 balizado nos 250 euros por agregado familiar e contam para este valor 15% do IVA suportado em restaurantes, cabeleireiros e tratamentos de beleza, repara\u00e7\u00f5es de carros e de motos, veterin\u00e1rios e (desde este ano) transportes p\u00fablicos. O valor at\u00e9 \u00e9 generoso, mas dificilmente algu\u00e9m o atinge. S\u00f3 para se ter uma ideia, seria necess\u00e1rio gastar mais de 12 mil euros em restaurantes para se conseguir beneficiar dos <strong>250 euros.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>Limites globais: <\/strong><\/span><\/p>\n<p>O valor das dedu\u00e7\u00f5es \u00e0 coleta prev\u00ea majora\u00e7\u00f5es para as fam\u00edlias com mais de tr\u00eas dependentes, mas tamb\u00e9m imp\u00f5e tetos globais. Dito de outra forma, apenas os agregados com um rendimento colet\u00e1vel at\u00e9 7035 euros poderiam somar todas as dedu\u00e7\u00f5es poss\u00edveis e delas beneficiar. O exerc\u00edcio \u00e9 meramente te\u00f3rico, j\u00e1 que uma fam\u00edlia com este patamar de rendimentos n\u00e3o tem capacidade financeira para fazer as despesas que lhe permitiram beneficiar da totalidade das dedu\u00e7\u00f5es existentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para as fam\u00edlias que contam com um rendimento colet\u00e1vel entre os 7035 e os 80 mil euros anuais, o limite global das dedu\u00e7\u00f5es est\u00e1 balizado entre os mil e os 2500 euros, e para quem est\u00e1 acima dos 80 mil euros, o limite s\u00e3o mil euros. O que significa, para estes que n\u00e3o podem sequer beneficiar da soma total que resulta das despesas gerais familiares (250 euros) e dos gastos com educa\u00e7\u00e3o (800 euros).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Dinheiro Vivo<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3 id=\"titleArticleId\" class=\"t-article-title-1 selectionShareable\"><span style=\"color: #000080;\">Pagamentos em dinheiro acima de 3.000 euros proibidos<\/span><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><b>Os pagamentos em dinheiro acima de 3.000 euros s\u00e3o proibidos a partir de quarta-feira, mas aos n\u00e3o residentes s\u00e3o permitidos pagamentos at\u00e9 10 mil euros, ou o equivalente em moeda estrangeira, segundo um diploma hoje publicado.<\/b><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">O diploma hoje publicado em Di\u00e1rio da Rep\u00fablica, e que entra em vigor na quarta-feira, aplica-se mesmo \u00e0s transa\u00e7\u00f5es j\u00e1 efetuadas, mas ainda n\u00e3o pagas: &#8220;A presente lei produz efeitos relativamente aos pagamentos realizados ap\u00f3s a sua entrada em vigor, ainda que as transa\u00e7\u00f5es que lhe deram origem sejam anteriores&#8221;, l\u00ea-se no articulado da lei.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">Para os n\u00e3o residentes em territ\u00f3rio nacional, o limite de pagamentos acima dos tr\u00eas mil euros e at\u00e9 aos 10 mil euros s\u00f3 \u00e9 permitido se n\u00e3o atuarem na qualidade de empres\u00e1rios ou comerciantes.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">O novo artigo da Lei geral Tribut\u00e1ria, intitulado &#8220;Proibi\u00e7\u00e3o de pagamento em numer\u00e1rio&#8221;, come\u00e7a por proibir pagar ou receber em numer\u00e1rio em transa\u00e7\u00f5es de qualquer natureza que envolvam montantes iguais ou superiores a 3. 000 euros, ou o seu equivalente em moeda estrangeira, e introduz novas regras para n\u00e3o residentes e para alguns contribuintes.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">Os pagamentos de faturas de valor igual ou superior a 1.000 euros, ou o seu equivalente em moeda estrangeira, realizados pelos sujeitos passivos de IRC, e por sujeitos passivos de IRS com contabilidade organizada, passam a ter de &#8220;ser efetuados atrav\u00e9s de meio de pagamento que permita a identifica\u00e7\u00e3o do respetivo destinat\u00e1rio, designadamente transfer\u00eancia banc\u00e1ria, cheque nominativo ou d\u00e9bito direto&#8221;.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">A proibi\u00e7\u00e3o de fazer pagamentos em dinheiro vivo acima de tr\u00eas mil euros n\u00e3o vigora para quem vive fora de Portugal: &#8220;O limite de pagamentos (&#8230;) \u00e9 de 10. 000 euros, ou o seu equivalente em moeda estrangeira, sempre que o pagamento seja realizado por pessoas singulares n\u00e3o residentes em territ\u00f3rio portugu\u00eas e desde que n\u00e3o atuem na qualidade de empres\u00e1rios ou comerciantes&#8221;, exceciona o diploma.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">A lei define ainda a forma de c\u00e1lculo dos montantes de pagamento: &#8220;Para efeitos do c\u00f4mputo dos limites (&#8230;) s\u00e3o considerados de forma agregada todos os pagamentos associados \u00e0 venda de bens ou presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, ainda que n\u00e3o excedam aquele limite se considerados de forma fracionada&#8221;.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">O diploma introduz ainda mais uma altera\u00e7\u00e3o ao atual regime, ao proibir o pagamento em dinheiro de impostos cujo montante exceda 500 euros, e especifica que a proibi\u00e7\u00e3o de pagamento em numer\u00e1rio &#8220;n\u00e3o \u00e9 aplic\u00e1vel nas opera\u00e7\u00f5es com entidades financeiras cujo objeto legal compreenda a rece\u00e7\u00e3o de dep\u00f3sitos, a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de pagamento, a emiss\u00e3o de moeda eletr\u00f3nica ou a realiza\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es de c\u00e2mbio manual, nos pagamentos decorrentes de decis\u00f5es ou ordens judiciais e em situa\u00e7\u00f5es excecionadas em lei especial.&#8221;<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">O diploma hoje publicado altera o Regime Geral das Infra\u00e7\u00f5es Tribut\u00e1rias, mas mantendo a penaliza\u00e7\u00e3o da realiza\u00e7\u00e3o de transa\u00e7\u00f5es em numer\u00e1rio acima dos limites legais, com coima de 180 euros a 4.500 euros, e elimina o artigo da Lei Geral Tribut\u00e1ria que exigia que os pagamentos de valor igual ou superior a 1.000 euros fossem efetuados atrav\u00e9s de meio de pagamento que permita a identifica\u00e7\u00e3o do respetivo destinat\u00e1rio, designadamente transfer\u00eancia banc\u00e1ria, cheque nominativo ou d\u00e9bito direto.<\/p>\n<p>A lei hoje publicada foi promulgada pelo chefe de Estado na semana passada, e aprovada pelo parlamento em 19 de julho, com base em projetos do PSD e do BE.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Di\u00e1rio de Not\u00edcias<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">Fisco deixa prescrever 306,3 milh\u00f5es em impostos em 2016<\/span><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>As d\u00edvidas fiscais prescritas em 2016 mais do que duplicaram em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. O n\u00famero consta do Relat\u00f3rio de Combate \u00e0 Fraude e \u00e9 confirmado pela Conta Geral do Estado publicada esta ter\u00e7a-feira pela direc\u00e7\u00e3o-geral do Or\u00e7amento<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2016 prescreveram d\u00edvidas fiscais no valor de 306,3 milh\u00f5es de euros, um aumento de 124,5% face ao ano anterior. O n\u00famero consta do Relat\u00f3rio Anual de Combate \u00e0 fraude do ano passado, agora entregue pelo Governo no Parlamento. \u00c9 tamb\u00e9m confirmado pela Conta Geral do Estado, publicada esta ter\u00e7a-feira, 4 de Julho, no Parlamento.<\/p>\n<p>As d\u00edvidas de IVA s\u00e3o aquelas em que mais frequentemente ocorre a prescri\u00e7\u00e3o. No ano passado, ficaram definitivamente por cobrar 186,7 milh\u00f5es de euros, mais 124% que no ano anterior. No entanto, o IRC foi aquele onde o crescimento foi mais substancial: prescreveram 63,5 milh\u00f5es de euros, 206% mais quando comparado com os 20,7 milh\u00f5es prescritos em 2015 em impostos sobre os rendimentos empresariais.<\/p>\n<p>As d\u00edvidas fiscais, recorde-se, prescrevem oito anos ap\u00f3s o ano em que ocorreu o facto tribut\u00e1rio, ou seja, o facto que deu origem \u00e0 obriga\u00e7\u00e3o de pagar aquele imposto. Pelo meio podem ocorrer situa\u00e7\u00f5es que provoquem uma suspens\u00e3o ou uma interrup\u00e7\u00e3o do prazo legal. Passado este prazo, \u00e9 legalmente imposs\u00edvel proceder \u00e0 cobran\u00e7a e, ent\u00e3o, o Fisco d\u00e1 os processos por extintos e arquivados.<\/p>\n<div class=\"showLerMais\">No Relat\u00f3rio de Combate \u00e0 Fraude, a AT n\u00e3o d\u00e1 qualquer justifica\u00e7\u00e3o para o aumento das prescri\u00e7\u00f5es verificado em 2016. &#8220;A declara\u00e7\u00e3o da prescri\u00e7\u00e3o n\u00e3o revela inefic\u00e1cia dos servi\u00e7os e \u00e9 um instrumento indispens\u00e1vel de saneamento da carteira da d\u00edvida e de efici\u00eancia dos servi\u00e7os. A sua aprecia\u00e7\u00e3o atempada \u00e9 garante de qualidade e efici\u00eancia dos sistemas da cobran\u00e7a coerciva evitando pr\u00e1tica de actos coercivos e contencioso desnecess\u00e1rio&#8221;, sublinha apenas o relat\u00f3rio.<\/div>\n<div>\n<p>Na carteira de d\u00edvida do Fisco h\u00e1 tamb\u00e9m a ter em conta as d\u00edvidas suspensas \u2013 pode acontecer por v\u00e1rias raz\u00f5es, por exemplo se o devedor se comprometer a pagar em presta\u00e7\u00f5es \u2013 e as d\u00edvidas declaradas em falhas. Estas \u00faltimas correspondem aos casos em que o Fisco chega \u00e0 conclus\u00e3o de que n\u00e3o tem hip\u00f3teses de proceder \u00e0 cobran\u00e7a porque os devedores n\u00e3o podem pagar nem t\u00eam patrim\u00f3nio que possa ser penhorado e executado. Em 2016 as d\u00edvidas declaradas em falha tamb\u00e9m subiram 3,1%, para os 3.213 milh\u00f5es de euros. J\u00e1 a d\u00edvida suspensa aumentou 2,6%, para os 8.563 milh\u00f5es, por efeito sobretudo do PERES, o programa especial de recupera\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas, atrav\u00e9s do qual muitos contribuintes fizeram acordos para pagamento em presta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ainda em mat\u00e9ria de d\u00edvida fiscal, outro indicador relevante \u00e9 o da cobran\u00e7a coerciva. Segundo o Relat\u00f3rio de combate \u00e0 Fraude, a cobran\u00e7a coerciva de d\u00edvidas fiscais, no ano de 2016, atingiu o valor de 1.307,0 milh\u00f5es de euros. Contando com as d\u00edvidas n\u00e3o fiscais, cuja cobran\u00e7a coerciva \u00e9 tamb\u00e9m feita pelo Fisco, o valor global ascende a 1.540,2, mais 20% que em 2015.<\/p>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<h4 class=\"citacaoH3Mobile\">Fisco piora no desempenho em tribunal<\/h4>\n<p>Apesar de continuar a ganhar mais processos em tribunal do que aqueles em que \u00e9 o contribuinte que sai vencedor, o Fisco teve no ano passado pior desempenho na justi\u00e7a. Contabilizando apenas as decis\u00f5es de m\u00e9rito, proferidas na primeira inst\u00e2ncia dos Tribunais Administrativos e Fiscais, as decis\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0 Autoridade Tribut\u00e1ria corresponderam a 58,7% do total. No entanto, comparando com 2015 o desempenho \u00e9 pior, j\u00e1 que nesse ano 71,6% das decis\u00f5es foram favor\u00e1veis ao Fisco. A AT, recorde-se, \u00e9 frequentemente acusada, sobretudo pelos magistrados da \u00e1rea tribut\u00e1ria, de insistir em levar a tribunal processos que \u00e0 partida poderia j\u00e1 dar como perdidos, pelo facto de anteriores decis\u00f5es de tribunais superiores apontarem nesse mesmo sentido. Por outro lado, embora ganhe na primeira inst\u00e2ncia, n\u00e3o h\u00e1 estat\u00edsticas sobre o que acontece depois, em sede de recurso.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Jornal de Neg\u00f3cios<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">Governo aprova aumentos para 2 milh\u00f5es de pensionistas em\u00a0Agosto<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O aumento extraordin\u00e1rio de pens\u00f5es em Agosto, destinado a quem tenha um conjunto de pens\u00f5es de montante total inferior a 631,98 euros, vai abranger cerca de dois\u00a0milh\u00f5es de pensionistas.<\/p>\n<p>A estimativa foi avan\u00e7ada esta quinta-feira, 29 de Junho, pelo ministro da Seguran\u00e7a Social, Vieira da Silva, no final da reuni\u00e3o do Conselho de Ministros em que\u00a0foi aprovado o diploma que concretiza a medida do Or\u00e7amento do Estado.<\/p>\n<div class=\"showLerMais\">\n<p>No caso dos pensionistas que tenham visto uma das suas pens\u00f5es actualizada entre 2011 e 2015, o montante de aumento ser\u00e1 o necess\u00e1rio para perfazer seis euros face a Dezembro (descontando o aumento de Janeiro).<\/p>\n<p>No caso dos que n\u00e3o tiveram qualquer actualiza\u00e7\u00e3o nesses anos, o aumento de Agosto ser\u00e1 o suficiente para perfazer 10 euros.<\/p>\n<p>A medida custa 194 milh\u00f5es de euros por ano e 83 milh\u00f5es de euros este ano, por s\u00f3 ser aplicada a partir de Agosto.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Jornal de Neg\u00f3cios<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">Alojamento local tem de pagar seguran\u00e7a social<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Pensionistas e trabalhadores por conta de outrem est\u00e3o dispensados, mas os trabalhadores independentes tem de pagar contribui\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tal como sucede com a generalidade dos rendimentos da categoria B (trabalho independente), os provenientes do alojamento local est\u00e3o obrigados a fazer descontos para a seguran\u00e7a social, assim que esgotam os primeiros 12 meses de atividade. Esta obriga\u00e7\u00e3o deixa apenas de fora as pessoas que somam o aluguer de curta dura\u00e7\u00e3o a rendimentos de trabalho dependente e\/ou de pens\u00f5es.<\/p>\n<p>A regra n\u00e3o \u00e9 nova, mas juristas e contabilistas ouvidos pelo Dinheiro Vivo acreditam que muitos desconhecem esta obriga\u00e7\u00e3o contributiva para com a seguran\u00e7a social. \u201cH\u00e1 pessoas que n\u00e3o est\u00e3o a fazer os descontos para a seguran\u00e7a social em fun\u00e7\u00e3o do rendimento que obt\u00e9m do alojamento local\u201d, afirmou ao Dinheiro Vivo o jurista Ant\u00f3nio Gaspar Schwalbach, acentuando que esta omiss\u00e3o (volunt\u00e1ria ou n\u00e3o) pode mais tarde levar a que sejam confrontados com o pagamento de uma fatura mais pesada.<\/p>\n<p>\u201cSe, por algum motivo, as pessoas n\u00e3o est\u00e3o a fazer estas contribui\u00e7\u00f5es podem ser mais tarde surpreendidas para pagar os valores em falta\u201d, sublinha o advogado da Telles de Abreu, lembrando que os servi\u00e7os da Seguran\u00e7a Social t\u00eam at\u00e9 cinco anos para notificar os contribuintes com descontos por regularizar.<\/p>\n<p>Ana Cristina Silva, consultora da ordem dos Contabilistas Certificados (OCC), admite a exist\u00eancia deste tipo de omiss\u00f5es porque, salienta, quem entra nesta atividade f\u00e1-lo muitas vezes porque quer rentabilizar um im\u00f3vel que estava \u2018parado\u2019, mas n\u00e3o conhece a totalidade das obriga\u00e7\u00f5es fiscais e contributivas que esta atividade implica (ver Ficha). Mas cada caso \u00e9 um caso e nem todos os que abriram atividade como trabalhadores independentes para poderem avan\u00e7ar com o alojamento local t\u00eam este tipo de obriga\u00e7\u00f5es com a seguran\u00e7a social.<\/p>\n<p>Os trabalhadores por conta de outrem e pensionistas, por exemplo, est\u00e3o dispensados do pagamento de descontos para a seguran\u00e7a social dos rendimentos que obt\u00e9m do alojamento local e podem pedir isen\u00e7\u00e3o do pagamento. H\u00e1 apenas uma exce\u00e7\u00e3o neste regime de isen\u00e7\u00e3o dos trabalhadores dependentes: para se ter direito a este benef\u00edcio \u00e9 necess\u00e1rio que o montante de sal\u00e1rios supere o equivalente a 12 vezes o Indexante de Apoios Sociais (5055,89 euros).<\/p>\n<p>A quest\u00e3o das contribui\u00e7\u00f5es coloca-se essencialmente junto dos trabalhadores independentes que somam ao alojamento outro tipo de rendimentos a recibo verde ou ainda aqueles que apenas t\u00eam rendimentos do aluguer de curta dura\u00e7\u00e3o. Nestas situa\u00e7\u00f5es, e depois de decorridos os primeiros 12 meses de abertura da atividade, em que h\u00e1 lugar a isen\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio proceder ao pagamento mensal das contribui\u00e7\u00f5es.\u00a0Para o apuramento do rendimento relevante e do respetivo escal\u00e3o de base de incid\u00eancia s\u00e3o tidos em conta 20% dos proveitos associados \u00e0 presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o. Esta conta \u00e9 feita com base nos valores fiscais que o contribuinte declarou no ano civil anterior \u00e0 fixa\u00e7\u00e3o da base de incid\u00eancia.<\/p>\n<p>Mas como o rendimento pode sofrer oscila\u00e7\u00f5es de um ano para o outro e para evitar que o contribuinte esteja a pagar um valor muito acima do rendimento atual (o que pode suceder se a fatura\u00e7\u00e3o cair), o trabalhador pode requerer que lhe seja aplicado um dos dois escal\u00f5es inferiores ou posteriores ao que lhe foi fixado. Exemplificando, se lhe tiver sido atribu\u00eddo um desconto equivalente ao que \u00e9 pago por quem est\u00e1 no 6\u00ba escal\u00e3o, pode solicitar que o desconto seja feito em linha com os 4\u00ba, 5\u00ba, 7\u00ba ou 8\u00ba escal\u00f5es.<\/p>\n<p>Ana Cristina Silva salienta que a taxa de desconto para a seguran\u00e7a social por via dos rendimentos obtidos atrav\u00e9s do alojamento local \u00e9 de 34,75% \u2013 o valor pago pelo empres\u00e1rios em nome individual. E, para que n\u00e3o haja surpresas, aconselha os trabalhadores a fazerem o seu enquadramento em termos de seguran\u00e7a social, quando abrem atividade. \u201cTrata-se de uma situa\u00e7\u00e3o ingrata\u201d, precisa o jurista Ant\u00f3nio Gaspar Schwalbach que refere ainda que o regime fiscal e contributivo que rodeia o alojamento local \u201c\u00e9 demasiado complexo\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Dinheiro Vivo<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">Governo estuda novo regime de tributa\u00e7\u00e3o do alojamento local\u00a0<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Segundo Fernando Rocha Andrade, esta &#8220;forma emergente&#8221; de arrendamento &#8220;enfrenta problemas de tributa\u00e7\u00e3o eficaz em todo o lado&#8221;<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Governo est\u00e1 a preparar mudan\u00e7as na tributa\u00e7\u00e3o do alojamento local. A revela\u00e7\u00e3o foi feita pelo secret\u00e1rio de Estado dos Assuntos Fiscais em entrevista ao Jornal de Neg\u00f3cios e Antena 1, publicada esta segunda-feira.<\/p>\n<p>Segundo Fernando Rocha Andrade, esta \u201cforma emergente\u201d de arrendamento \u201cenfrenta problemas de tributa\u00e7\u00e3o eficaz em todo o lado\u201d, pelo que o Executivo est\u00e1 a estudar novos \u201cmecanismos\u201d.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Estado sublinha que o aumento da tributa\u00e7\u00e3o do alojamento local \u201cn\u00e3o teve uma finalidade de receita\u201d, tendo apenas \u201co objetivo de corrigir uma diferen\u00e7a relativa muito significativa entre o que \u00e9 a tributa\u00e7\u00e3o de quem arrenda e a tributa\u00e7\u00e3o de quem faz alojamento local\u201d.<\/p>\n<p>O governante afirma que o Governo pensa ter encontrado \u201co bom equil\u00edbrio\u201d no \u00faltimo Or\u00e7amento do Estado.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Estado destaca ainda o \u201cavan\u00e7o muito significativo do registo de arrendamentos\u201d e a diminui\u00e7\u00e3o das fraudes nesta \u00e1rea, o que leva o governante a \u201cdar cr\u00e9dito ao anterior Governo\u201d.<\/p>\n<p>Segundo Rocha Andrade, h\u00e1 \u201cmais rendas declaradas e mais imposto cobrado\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Dinheiro Vivo<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">N\u00e3o entregou o IRS? S\u00f3 tem mais tr\u00eas dias para o fazer sem multa<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>O IRS este ano trouxe v\u00e1rias novidades e promessas de reembolso mais r\u00e1pido. Mas h\u00e1 quem ainda n\u00e3o tenha submetido a declara\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se o n\u00famero de declara\u00e7\u00f5es entregues este ano n\u00e3o se afastar muto dos valores registados h\u00e1 um ano, a Autoridade Tribut\u00e1ria e Aduaneira j\u00e1 recebeu quase 90% das declara\u00e7\u00f5es de IRS. Os restantes 10% t\u00eam at\u00e9 \u00e0s 23h59 horas do dia 31 de maio (quarta-feira) para o fazer, mas deixar esta obriga\u00e7\u00e3o para a \u00faltima da hora pode sair caro.<\/p>\n<p>\u00c9 que, uma vez ultrapassado o prazo (que este ano foi de dois meses para todos os contribuintes independentemente da sua tipologia de rendimentos), a entrega j\u00e1 s\u00f3 pode ser feita mediante o pagamento de uma coima. O valor das multas \u00e9 vari\u00e1vel, e um dos fatores que o influencia \u00e9 a dimens\u00e3o do atraso. Ou seja, se for inferior a 30 dias, o fisco cobra 25 euros; se for superior passa para 37,5 euros.<\/p>\n<p>Multas \u00e0 parte, a entrega do IRS \u00e9 para a maioria dos contribuintes essencial para que possam reaver o imposto que pagaram a mais ao longo do ano anterior. Porque o fisco apenas avan\u00e7a com o acerto de contas entre o valor do rendimento, das reten\u00e7\u00f5es na fonte e das dedu\u00e7\u00f5es (espec\u00edficas, por dependente ou por despesas) depois de a declara\u00e7\u00e3o ser validada e submetida.<\/p>\n<p>H\u00e1 todo um conjunto de dedu\u00e7\u00f5es que ajudam a baixar o IRS e mesmo que exista um limite, abatem sempre qualquer coisa \u00e0 coleta.<\/p>\n<p>Quem, naqueles 10%, est\u00e1 abrangido pelo IRS autom\u00e1tico pode continuar sem fazer nada nestes tr\u00eas dias que faltam para o prazo acabar, porque a sua declara\u00e7\u00e3o avan\u00e7ar\u00e1 \u2018sozinha\u2019. O \u00fanico inconveniente deste mecanismo \u00e9 que se por algum motivo a informa\u00e7\u00e3o que chegou \u00e0 AT tiver erros (no valor dos rendimentos ou das despesas), estes n\u00e3o ser\u00e3o corrigidos.<\/p>\n<p>Os casados e unidos de facto que tenham d\u00favidas se fizeram a melhor op\u00e7\u00e3o (ao escolherem o regime de tributa\u00e7\u00e3o conjunta ou separada) podem ainda usar estes \u00faltimos tr\u00eas dias para voltar a fazer as contas e submeter uma nova declara\u00e7\u00e3o, caso concluam que a primeira lhes \u00e9 menos ben\u00e9fica. E nesta situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 lugar a multas.<\/p>\n<p>O IRS deste ano trouxe algumas mudan\u00e7as e novidades face ao de anos anteriores. Uma delas foi o j\u00e1 referido IRS autom\u00e1tico \u2013 que permitiu acelerar os reembolsos \u2013 e outra foi a exist\u00eancia de um prazo \u00fanico de entrega. A isto somou-se a possibilidade de os contribuintes com filhos abaterem as refei\u00e7\u00f5es escolares.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio de anos anteriores, desta vez n\u00e3o houve ainda registo de queixas de o Portal da AT ter ficado em \u2018baixa\u2019 por excesso de acessos em simult\u00e2neo, mas se quer evitar este tipo de experi\u00eancia, o melhor \u00e9 n\u00e3o deixar o IRS para o fim do prazo.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Dinheiro Vivo<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">Finan\u00e7as j\u00e1 reembolsaram 1.200 milh\u00f5es de euros em IRS\u00a0<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>O fisco reembolsou at\u00e9 15 de maio, cerca de 1200 milh\u00f5es de euros de IRS, adiantou M\u00e1rio Centeno.\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O ministro das Finan\u00e7as, M\u00e1rio Centeno, disse esta sexta-feira, no parlamento que, at\u00e9 15 de maio, j\u00e1 foram reembolsados 1.200 milh\u00f5es de euros. Um valor que corresponde ao dobro do devolvido o ano passado adiantou o ministro, que est\u00e1 a ser ouvido na Comiss\u00e3o Parlamentar de Or\u00e7amento, Finan\u00e7as e Moderniza\u00e7\u00e3o Administrativa.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros publicados no ano passado com a execu\u00e7\u00e3o or\u00e7amental de maio indicavam que no final daquele m\u00eas o fisco tinha procedido a reembolsos no valor de 676 milh\u00f5es de euros. Para a duplica\u00e7\u00e3o agora observada est\u00e1 a contribuir a nova modalidade do IRS autom\u00e1tico, que acelera o processo do reembolso do imposto pago a mais pelos contribuintes.<\/p>\n<p>Tra\u00e7ando o panorama geral do \u00faltimo ano e meio de governa\u00e7\u00e3o do executivo que integra, M\u00e1rio Centeno considerou que foram enfrentados \u201cventos adversos\u201d, mas que a confian\u00e7a foi recuperada.<\/p>\n<p>O ministro destacou tamb\u00e9m os dados do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre que, segundo divulgou o INE no in\u00edcio desta semana, cresceu 1% em cadeia e 2,8% em termos hom\u00f3logos.\u201c\u00c9 o mais elevado crescimento hom\u00f3logo trimestral deste s\u00e9culo e tem ainda mais valor porque \u00e9 conseguido ao mesmo tempo que conseguimos o valor do d\u00e9fice mais baixo em 40 anos\u201d, adiantou M\u00e1rio Centeno.<\/p>\n<p>Portugal encerrou 2016 com um d\u00e9fice de 2% do PIB, abaixo da meta de 2,5% definida pela Comiss\u00e3o Europeia (CE) para o encerramento do Procedimento por D\u00e9fices Excessivos aquando do encerramento do processo de aplica\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es a Portugal.<\/p>\n<p>No entanto, o ministro reiterou que \u201cest\u00e3o criadas as condi\u00e7\u00f5es para a sa\u00edda do Procedimento por D\u00e9fices Excessivos\u201d, sendo que a CE vai anunciar na segunda-feira, dia 22 de maio, a sua decis\u00e3o sobre o assunto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Dinheiro Vivo<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">Programa Capitalizar. Sabe o que muda para a sua empresa?\u00a0<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[O que \u00e9 o Programa Capitalizar?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 um programa de apoio \u00e0 capitaliza\u00e7\u00e3o das empresas e \u00e0 retoma do investimento, com o objetivo de promover estruturas financeiras mais equilibradas, reduzindo os passivos das empresas economicamente vi\u00e1veis, bem como de melhorar as condi\u00e7\u00f5es de acesso ao financiamento das micro, pequenas e m\u00e9dias empresas. Criado em agosto de 2016, o programa tem at\u00e9 agora uma taxa de execu\u00e7\u00e3o de 77%, com 51 medidas implementadas ou em curso, num total de 66 medidas propostas pela Estrutura de Miss\u00e3o para a Capitaliza\u00e7\u00e3o das Empresas. ]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Depois de ter sido lan\u00e7ado em 2016, e com uma taxa de execu\u00e7\u00e3o na ordem dos 77% (com 51 medidas j\u00e1 implementadas ou em curso, face a um total de 66), o Programa Capitalizar somou agora um novo pacote legislativo que cumpre \u201cmais uma etapa na estrat\u00e9gia de capitaliza\u00e7\u00e3o das empresas, assumida como estrutural para o relan\u00e7amento da economia e para a cria\u00e7\u00e3o de emprego\u201d. Os objetivos das novas medidas agora aprovadas prendem-se com a melhoria da efic\u00e1cia nos processos de reestrutura\u00e7\u00e3o empresarial e de insolv\u00eancia, a alavancagem financeira das empresas e a dinamiza\u00e7\u00e3o do mercado de capitais.<\/p>\n<p>Com cinco eixos estrat\u00e9gicos \u2013 simplifica\u00e7\u00e3o administrativa, fiscalidade, reestrutura\u00e7\u00e3o empresarial, financiamento e mercado de capitais \u2013 o Programa Capitalizar tem por objetivo a capitaliza\u00e7\u00e3o das pequenas e m\u00e9dias Empresas (PME), a promo\u00e7\u00e3o de estruturas financeiras nas empresas mais equilibradas, a redu\u00e7\u00e3o dos passivos das empresas economicamente vi\u00e1veis, bem como a melhoria das condi\u00e7\u00f5es de acesso ao financiamento por parte das micro e PME.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Saiba o que muda para a sua empresa com o novo pacote legislativo no \u00e2mbito do Programa Capitalizar:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Novas formas alternativas de financiamento para empresas <\/strong><\/p>\n<p>Identificado o problema de excesso de depend\u00eancia das empresas portuguesas face ao financiamento banc\u00e1rio, foi aprovada a cria\u00e7\u00e3o das Sociedades de Investimento para Fomento da Economia (SIFE), que surgem assim como um novo instrumento de financiamento para as PME. Trata-se de um subtipo de sociedade de investimento mobili\u00e1rio que permitir\u00e1 o acesso indireto ao mercado de capitais por empresas que, pela sua dimens\u00e3o, \u201cn\u00e3o poderiam aceder diretamente a uma base alargada de investidores\u201d. \u201cUma parcela n\u00e3o inferior a 70% do investimento das SIFE deve ser aplicada em empresas eleg\u00edveis\u201d, anunciou o Governo.<\/p>\n<p>Da mesma forma, o Governo atualizou ainda o regime de valores mobili\u00e1rios de natureza monet\u00e1ria, com um novo tipo de valor mobili\u00e1rio representativo de d\u00edvida a curto prazo: os certificados de d\u00edvida de curto prazo, que ir\u00e3o \u201csubstituir o chamado papel comercial\u201d. Estes novos certificados, eleg\u00edveis nomeadamente para fundos de investimento, alargam as op\u00e7\u00f5es das empresas emitentes e \u201cencorajam a din\u00e2mica do mercado de d\u00edvida nacional\u201d, al\u00e9m da diversifica\u00e7\u00e3o das fontes de financiamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Convers\u00e3o de cr\u00e9ditos em capital <\/strong><\/p>\n<p>A partir do momento em que a maioria dos credores proponha uma convers\u00e3o de cr\u00e9ditos em capital, as empresas em dificuldades, ou seja, em situa\u00e7\u00e3o de capital pr\u00f3prio negativo, podem reestruturar o respetivo balan\u00e7o e refor\u00e7ar os capitais pr\u00f3prios. O novo Regime Jur\u00eddico de Convers\u00e3o de Cr\u00e9ditos em Capital exige que os credores proponentes detenham cr\u00e9ditos de montante para aprovar um plano de recupera\u00e7\u00e3o em processo de insolv\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sistema de \u2018early warning\u2019 (alerta precoce) para empresas em dificuldades <\/strong><\/p>\n<p>Foi tamb\u00e9m introduzido um novo mecanismo de aviso pr\u00e9vio junto do IAPMEI que vai permitir \u00e0s empresas em dificuldades tomarem consci\u00eancia cada vez mais cedo sobre os seus problemas financeiros, com um alerta sobre a necessidade de se capitalizarem ou negociarem com os credores. Em parceria com o Banco de Portugal, o mecanismo entrar\u00e1 em vigor ainda este ano e funcionar\u00e1 a partir dos dados da Informa\u00e7\u00e3o Empresarial Simplificada que as empresas preenchem todos os anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Nova figura de mediador de recupera\u00e7\u00e3o de empresas <\/strong><\/p>\n<p>Atrav\u00e9s do Regime de Mediador de Recupera\u00e7\u00e3o de Empresas \u00e9 criada uma nova figura a quem compete prestar assist\u00eancia a uma empresa devedora no diagn\u00f3stico da sua situa\u00e7\u00e3o e na negocia\u00e7\u00e3o com os seus credores, com vista a alcan\u00e7ar um acordo extrajudicial de reestrutura\u00e7\u00e3o que vise a sua recupera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Novo fundo de revitaliza\u00e7\u00e3o para empresas em processos de reestrutura\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>A pensar nas dificuldades acrescidas das empresas que acabam de sair com sucesso de um processo de recupera\u00e7\u00e3o, vai ser criado um novo fundo especial de revitaliza\u00e7\u00e3o que funcionar\u00e1 como uma alternativa ao sistema banc\u00e1rio j\u00e1 que, nesta fase, \u201ca banca n\u00e3o estar\u00e1 muito dispon\u00edvel para emprestar dinheiro \u00e0s empresas\u201d, considerou Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Barros, da Estrutura de Miss\u00e3o para a Capitaliza\u00e7\u00e3o das Empresas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Balc\u00e3o \u00danico <\/strong><\/p>\n<p>A altera\u00e7\u00e3o ao C\u00f3digo de Procedimento e de Processo Tribut\u00e1rio prev\u00ea a cria\u00e7\u00e3o de um Balc\u00e3o \u00danico para a \u201cgest\u00e3o articulada dos cr\u00e9ditos da Seguran\u00e7a Social e da Autoridade Tribut\u00e1ria e Aduaneira sobre empresas no \u00e2mbito de processos de insolv\u00eancia\u201d, do Processo Especial de Revitaliza\u00e7\u00e3o (PER) ou do Regime Extrajudicial de Recupera\u00e7\u00e3o de Empresas (RERE).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Vistos gold para investimento estrangeiro em empresas em dificuldades <\/strong><\/p>\n<p>No \u00e2mbito do novo pacote legislativo do Programa Capitalizar, a proposta de altera\u00e7\u00e3o da Lei de Entrada e Resid\u00eancia de Estrangeiros introduz assim altera\u00e7\u00f5es significativas ao regime das Autoriza\u00e7\u00f5es de Resid\u00eancia para Investimento (mais conhecidas por vistos gold) para \u201cabranger tr\u00eas tipos de investimento, sobretudo em PME\u201d, anunciou o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral.<\/p>\n<p>Ou seja, pretende-se que este tipo de autoriza\u00e7\u00e3o de resid\u00eancia seja tamb\u00e9m concedida a estrangeiros que fa\u00e7am um dos seguintes tipos de investimento: \u2013 350.000 euros para a cria\u00e7\u00e3o de empresas portuguesas ou refor\u00e7o do capital social de empresas portuguesas, desde que se criem ou mantenham cinco postos de trabalho permanentes; \u2013 200.000 euros em empresas portuguesas em situa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica dif\u00edcil e que estejam com um plano de recupera\u00e7\u00e3o; \u2013 350.000 euros em fundos destinados \u00e0 capitaliza\u00e7\u00e3o das empresas portuguesas. \u201cEste tipo de investimento j\u00e1 existia, mas baixou-se o valor de 500.000 para 350.000 para o tornar mais atrativo\u201d, refere o Governo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Novas empresas de m\u00e9dia e pequena-m\u00e9dia capitaliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>No regime jur\u00eddico da certifica\u00e7\u00e3o por via eletr\u00f3nica de micro e PME foi introduzida uma nova defini\u00e7\u00e3o de empresa de m\u00e9dia capitaliza\u00e7\u00e3o e, dentro desta, da categoria de empresa de pequena-m\u00e9dia capitaliza\u00e7\u00e3o. No Programa Capitalizar existem objetivos de promo\u00e7\u00e3o de acesso a solu\u00e7\u00f5es de financiamento que se destinam n\u00e3o s\u00f3 a PME mas tamb\u00e9m \u00e0s empresas desta dimens\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Incentivos fiscais ao investimento <\/strong><\/p>\n<p>No Or\u00e7amento do Estado para 2018 ser\u00e3o introduzidas novas medidas de incentivo fiscal ao investimento, nomeadamente para as empresas que optem por reter e investir os lucros no refor\u00e7o de capitais pr\u00f3prios em vez de distribuir dividendos. Da mesma forma, passa a ser dado o mesmo incentivo fiscal ao investimento com recurso a capitais pr\u00f3prios dado at\u00e9 agora ao investimento com recurso a cr\u00e9dito banc\u00e1rio. \u201cO refor\u00e7o dos capitais pr\u00f3prios das empresas descapitalizadas dar\u00e1 um benef\u00edcio de 10% do montante investido e criou-se um regime de dedu\u00e7\u00e3o fiscal de lucros retidos e reinvestidos\u201d, disse o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Extrajudicial \u2013 Extin\u00e7\u00e3o do SIREVE e cria\u00e7\u00e3o do RERE<\/strong><\/p>\n<p>O Governo decidiu extinguir o antigo SIREVE e criar o Regime Extrajudicial de Recupera\u00e7\u00e3o de Empresas (RERE), que permite a um devedor em situa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica dif\u00edcil ou em insolv\u00eancia iniciar negocia\u00e7\u00f5es com credores para conseguir um acordo \u2013 volunt\u00e1rio, de conte\u00fado livre e confidencial \u2013, com os mesmos efeitos de um documento aprovado no \u00e2mbito de um Processo Especial de Revitaliza\u00e7\u00e3o (PER). O RERE permite ainda ao devedor, por via da celebra\u00e7\u00e3o de um protocolo de negocia\u00e7\u00e3o, obter um ambiente favor\u00e1vel \u00e0 negocia\u00e7\u00e3o com os seus credores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Judicial \u2013 Processo Especial de Revitaliza\u00e7\u00e3o mais transparente<\/strong><\/p>\n<p>No que diz respeito aos mecanismos judiciais existentes, procede-se \u00e0 revis\u00e3o do Processo Especial de Revitaliza\u00e7\u00e3o (PER) e do Regime de Insolv\u00eancia para aumentar a transpar\u00eancia, efic\u00e1cia e seguran\u00e7a jur\u00eddica dos processos com especial enfoque nas fases de verifica\u00e7\u00e3o e gradua\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos e na liquida\u00e7\u00e3o do ativo. \u201cReservou-se, ainda, o PER \u00e0s empresas em situa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica dif\u00edcil ou em insolv\u00eancia iminente, permitindo aos particulares continuarem a dispor de um instrumento mais simplificado, destinado a obter um acordo de pagamento com os seus credores\u201d, anunciou o Governo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Novos gestores sem responsabilidades pelos erros do passado<\/strong><\/p>\n<p>No \u00e2mbito do Programa Capitalizar o Governo anunciou a invers\u00e3o do \u00f3nus da prova, ou seja um novo gestor que chegue aos comandos de uma empresa em dificuldades \u201cn\u00e3o ser\u00e1 respons\u00e1vel pelos erros do passado\u201d, por forma a incentivar a que novos gestores possam contribuir para a viabiliza\u00e7\u00e3o de processos de reestrutura\u00e7\u00e3o de empresas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Dinheiro Vivo<\/i><\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"title AT-iconElementTarget\"><\/h3>\n<h3 class=\"title AT-iconElementTarget\"><\/h3>\n<h3 class=\"title AT-iconElementTarget\"><\/h3>\n<h3 class=\"title AT-iconElementTarget\"><\/h3>\n<h3 class=\"title AT-iconElementTarget\"><span style=\"color: #000080;\">Pagamento Especial por Conta (PEC)<\/span><\/h3>\n<h3 class=\"title AT-iconElementTarget\"><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No leque de medidas\u00a0apresentadas no Or\u00e7amento\u00a0do Estado para 2017, consta\u00a0a redu\u00e7\u00e3o do Pagamento\u00a0Especial por Conta (PEC)\u00a0naquilo que respeita ao seu\u00a0montante m\u00ednimo que foi<br \/>\nreduzido de 1.000,00 euros\u00a0para 850,00 euros.\u00a0Lembrando que o PEC\u00a0foi criado com o Decreto-\u00a0Lei n.\u00ba 44\/98, de 3 de\u00a0mar\u00e7o, vigorando no nosso\u00a0ordenamento jur\u00eddico h\u00e1 quase\u00a0duas d\u00e9cadas, esta sempre foi\u00a0uma forma de pagamento\u00a0antecipado de IRC contestada\u00a0pelas empresas, sendo que,\u00a0com a crise econ\u00f3mica, os\u00a0argumentos a seu desfavor\u00a0ganharam nova dimens\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O seu pagamento \u00e9 feito\u00a0durante o m\u00eas de mar\u00e7o, ou\u00a0em duas presta\u00e7\u00f5es, durante\u00a0os meses de mar\u00e7o e outubro\u00a0do ano a que respeita ou,\u00a0no caso de adotarem um\u00a0per\u00edodo de tributa\u00e7\u00e3o n\u00e3o\u00a0coincidente com o ano civil,\u00a0no terceiro m\u00eas e no d\u00e9cimo\u00a0m\u00eas do per\u00edodo de tributa\u00e7\u00e3o\u00a0respetivo.\u00a0Est\u00e3o isentos os contribuintes\u00a0abrangidos pelo regime\u00a0simplificado, as entidades\u00a0n\u00e3o residentes com\u00a0estabelecimento est\u00e1vel em\u00a0territ\u00f3rio portugu\u00eas que\u00a0estejam abrangidos por este\u00a0regime, as que se encontrem\u00a0com processos no \u00e2mbito do\u00a0C\u00f3digo dos Processos Especiais\u00a0de Recupera\u00e7\u00e3o da Empresa e\u00a0de Fal\u00eancia e os contribuintes\u00a0que tenham deixado de efetuar\u00a0vendas ou presta\u00e7\u00f5es de\u00a0servi\u00e7os e tenham entregue a\u00a0correspondente declara\u00e7\u00e3o de\u00a0cessa\u00e7\u00e3o de atividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O valor do PEC \u00e9 deduzido \u00e0\u00a0coleta do exerc\u00edcio econ\u00f3mico\u00a0a que diz respeito e nos\u00a0seis exerc\u00edcios seguintes. Se\u00a0n\u00e3o for poss\u00edvel proceder \u00e0\u00a0dedu\u00e7\u00e3o devido a insufici\u00eancia\u00a0de coleta, o valor ser\u00e1\u00a0reembolsado ao sujeito passivo\u00a0ap\u00f3s o per\u00edodo dos seis anos a\u00a0requerimento deste.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Perspetiva-se agora uma\u00a0nova redu\u00e7\u00e3o do seu valor\u00a0para as empresas que tenham\u00a0a sua situa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e\u00a0contributiva regularizada\u00a0e que tenham no ano de\u00a02016 pago ou colocado \u00e0\u00a0disposi\u00e7\u00e3o rendimentos\u00a0do trabalho dependente a\u00a0pessoas singulares residentes\u00a0em territ\u00f3rio nacional um\u00a0montante igual ou superior a\u00a07.420,00 euros.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Perspetiva-se,\u00a0porque, embora o pagamento\u00a0do PEC decorra durante o\u00a0m\u00eas de mar\u00e7o, o normativo\u00a0ainda n\u00e3o foi publicado e os\u00a0contribuintes\/contabilistas\u00a0certificados sentem alguma\u00a0inseguran\u00e7a legislativa.\u00a0Esta nova redu\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o\u00a0estava prevista, apareceu com\u00a0o objetivo de substituir o\u00a0efeito da descida da TSU em\u00a01,25%, sendo que no passado,\u00a0dia 26 de janeiro, o Governo,\u00a0anunciou uma \u201cnova\u201d redu\u00e7\u00e3o\u00a0do PEC para as empresas\u00a0falando tamb\u00e9m de uma\u00a0consagra\u00e7\u00e3o de um regime\u00a0simplificado de PEC.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Assim,\u00a0tendo entrado no Parlamento\u00a0no dia 31 de janeiro, a\u00a0Proposta de Lei n.\u00ba 56\/XII\/2.\u00aa\u00a0(GOV) pretende adotar uma\u00a0medida transit\u00f3ria de redu\u00e7\u00e3o\u00a0do pagamento especial por\u00a0conta previsto no artigo 106.\u00ba\u00a0do CIRC e do projeto de\u00a0Lei n.\u00ba 402\/XIII\/2.\u00aa (PCP),\u00a0que almeja criar condi\u00e7\u00f5es\u00a0para a substitui\u00e7\u00e3o do PEC\u00a0por um regime simplificado\u00a0baseado em coeficientes\u00a0t\u00e9cnico-econ\u00f3micos por\u00a0setor de atividade, viram, no\u00a0passado dia 17 de fevereiro,\u00a0os seus trabalhos ser votados\u00a0na generalidade na Reuni\u00e3o\u00a0Plen\u00e1ria n.\u00ba 53, tendo sido\u00a0disponibilizado o texto final da\u00a0reuni\u00e3o ocorrida na Comiss\u00e3o\u00a0de Or\u00e7amento, Finan\u00e7as e\u00a0Moderniza\u00e7\u00e3o Administrativa,\u00a0de 3 de mar\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Atendendo a que os supra\u00a0referidos diplomas legais j\u00e1 se\u00a0encontram aprovados em sede\u00a0de Comiss\u00e3o de Or\u00e7amento,\u00a0Finan\u00e7as e Moderniza\u00e7\u00e3o\u00a0Administrativa, acreditamos que\u00a0esta abordagem ao seu c\u00e1lculo\u00a0constitui uma base de trabalho\u00a0muito aproximada da vers\u00e3o que\u00a0vir\u00e1 a ser consagrada, permitindo\u00a0assim que contabilistas\u00a0certificados e empres\u00e1rios\u00a0conhe\u00e7am desde j\u00e1 os contornos\u00a0da medida legislativa.\u00a0Assim, o que est\u00e1 previsto\u00a0na proposta \u00e9 que o PEC a\u00a0pagar pelos sujeitos passivos\u00a0nos per\u00edodos de tributa\u00e7\u00e3o\u00a0que se iniciem em 2017 e em\u00a02018, beneficiar\u00e1 das seguintes\u00a0redu\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>&#8211; Redu\u00e7\u00e3o de 100 euros\u00a0sobre o montante apurado\u00a0nos termos do artigo 106.\u00ba\u00a0do CIRC; \u00a0\u00a0e<\/em><\/p>\n<p><em>&#8211; Redu\u00e7\u00e3o adicional de\u00a012,5% sobre o montante\u00a0que resultar da aplica\u00e7\u00e3o da\u00a0redu\u00e7\u00e3o anterior.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Deste modo, em primeiro\u00a0lugar, deve ser calculado o\u00a0PEC de acordo com o art.\u00a0106.\u00ba, como foi acima referido\u00a0e depois, se a empresa cumprir\u00a0os requisitos consagrados em\u00a0lei, aplica-se as novas redu\u00e7\u00f5es.\u00a0Pelo que teremos o valor\u00a0c\u00e1lculos nos termos normais\u00a0(incluindo com a dedu\u00e7\u00e3o\u00a0dos pagamentos por conta\u00a0efetuados no ano anterior):<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>((PEC apurado \u2013 100,00\u00a0euros) x (1-12,5%))<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Por fim, n\u00e3o podemos deixar\u00a0de referir as consequ\u00eancias do\u00a0incumprimento ou c\u00e1lculo\u00a0incorreto destes pagamentos\u00a0antecipados, pois a n\u00e3o\u00a0entrega, total ou parcial, pelo\u00a0per\u00edodo at\u00e9 90 dias, ou por\u00a0per\u00edodo superior, de acordo\u00a0com os n.\u00bas 1 e 2 do artigo\u00a0114.\u00ba do Regime Geral\u00a0das Infra\u00e7\u00f5es Tribut\u00e1rias,\u00a0origina a aplica\u00e7\u00e3o de uma\u00a0coima vari\u00e1vel entre 15% e\u00a0metade do imposto em falta,\u00a0sem que possa ultrapassar o\u00a0limite m\u00e1ximo abstratamente\u00a0estabelecido. Tratando-se\u00a0de uma pessoa coletiva, o\u00a0montante da coima \u00e9 elevado\u00a0ao dobro, m\u00ednimo de 30% e\u00a0metade do imposto em falta,\u00a0conforme estabelece o n.\u00ba 4 do\u00a0artigo 26.\u00ba do RGIT.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em><strong>Forma de c\u00e1lculo do PEC<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O montante do Pagamento\u00a0Especial por Conta \u00e9 igual a\u00a01% do volume de neg\u00f3cios\u00a0(valor das vendas e servi\u00e7os\u00a0prestados) relativo ao exerc\u00edcio\u00a0anterior, com o limite m\u00ednimo\u00a0de oitocentos e cinquenta\u00a0euros.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Quando superior, ser\u00e1 igual a\u00a0este limite acrescido de 20%\u00a0da parte excedente, com o\u00a0limite m\u00e1ximo de 70 mil\u00a0euros. Montante ao qual se\u00a0deduzem os pagamentos por\u00a0conta efetuados no exerc\u00edcio\u00a0anterior. Portanto n\u00e3o incide\u00a0diretamente no lucro apuradoe \u00e9 descontado no pagamento\u00a0do IRC, mas apenas\u00a0se\u00a0existirem lucros.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Fonte:\u00a0<i>Vida Econ\u00f3mica<\/i><\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"title AT-iconElementTarget\"><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"title AT-iconElementTarget\"><span style=\"color: #000080;\">Prazo para empresas pagarem o PEC termina hoje<\/span><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"lead\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>As empresas t\u00eam at\u00e9 hoje para pagar a totalidade do Pagamento Especial por Conta (PEC) ou a primeira presta\u00e7\u00e3o deste encargo, podendo beneficiar da nova f\u00f3rmula de c\u00e1lculo que reduz o montante a pagar.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>No final de janeiro, o Governo aprovou a redu\u00e7\u00e3o provis\u00f3ria do PEC para 2017 e 2018, que prev\u00ea um corte fixo de 100 euros sobre o montante apurado (nos termos do artigo 106.\u00ba do C\u00f3digo do IRC) e a diminui\u00e7\u00e3o adicional de 12,5% sobre o montante que resultar dessa redu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o do PEC foi aprovada pelo parlamento em 10 de mar\u00e7o, promulgada pelo Presidente da Rep\u00fablica, Marcelo Rebelo de Sousa, em 28 de mar\u00e7o e publicada em Di\u00e1rio da Rep\u00fablica no dia seguinte, o que deixou as empresas que queriam beneficiar do novo c\u00e1lculo do PEC com apenas dois dias para entregar o PEC com desconto.<\/p>\n<p>\u00c9 que as empresas sujeitas ao PEC devem efetuar um Pagamento Especial por Conta (PEC) a liquidar em mar\u00e7o de cada ano (ou em duas presta\u00e7\u00f5es em mar\u00e7o e em outubro).Dado o atraso na publica\u00e7\u00e3o da altera\u00e7\u00e3o \u00e0 lei, o Minist\u00e9rio das Finan\u00e7as explicou, na quarta-feira, que os sujeitos passivos que ainda n\u00e3o tenham pago o PEG tinham at\u00e9 hoje para o fazer, j\u00e1 com as novas regras de c\u00e1lculo em vigor.<\/p>\n<p>Por outro lado, as empresas que j\u00e1 tenham pago o PEC e possam t\u00ea-lo feito &#8220;em excesso&#8221; t\u00eam 30 dias ap\u00f3s a entrada em vigor da lei, na quinta-feira, para reaver o dinheiro ou, caso tenham optado pelo pagamento em duas presta\u00e7\u00f5es, &#8220;podem deduzir ao valor da segunda presta\u00e7\u00e3o o valor pago em excesso na primeira&#8221;, ou seja, em outubro.<\/p>\n<p>De acordo com a altera\u00e7\u00e3o ao PEC publicada em Di\u00e1rio da Rep\u00fablica, &#8220;em 2017 beneficiam das redu\u00e7\u00f5es previstas no n\u00famero anterior os sujeitos passivos que, no per\u00edodo de tributa\u00e7\u00e3o iniciado em 2016, tenham pago ou colocado \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o rendimentos do trabalho dependente a pessoas singulares residentes em territ\u00f3rio portugu\u00eas num montante igual ou superior a 7.420 euros&#8221;, o que n\u00e3o se vai aplicar no pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p>Esta redu\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 aplic\u00e1vel aos &#8220;sujeitos passivos que, na data de pagamento de cada uma das presta\u00e7\u00f5es do pagamento especial por conta, tenham a sua situa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e contributiva regularizada&#8221;.<\/p>\n<p>Na quinta-feira, a Ordem dos Contabilistas Certificados (OTOC) publicou um simulador &#8220;para ajudar a calcular o valor do PEC&#8221; para este ano, considerando o Continente, a Regi\u00e3o Aut\u00f3noma da Madeira e a Regi\u00e3o Aut\u00f3noma dos A\u00e7ores, e que pode ser consultado na p\u00e1gina oficial da entidade na Internet.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o do PEC foi a medida encontrada pelo Governo para compensar as empresas pelo aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo nacional para os 557 euros este ano, depois de PSD, BE, PCP e PEV terem revogado um decreto do Governo que previa uma descida tempor\u00e1ria da TSU dos empregadores em 1,25 pontos percentuais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Lusa<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">Fernando Rocha Andrade: Fisco estuda solu\u00e7\u00e3o para \u2018dividir\u2019 os filhos no IRS<\/span><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Grupo de Trabalho estuda solu\u00e7\u00f5es para que OE de 2018 inclua um sistema que permita lidar no IRS com variadas situa\u00e7\u00f5es de guarda conjunta.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quando no dia 1 de abril come\u00e7ar a entrega do IRS, o que v\u00e3o encontrar de diferente os contribuintes abrangidos pela declara\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica?<\/strong><\/p>\n<p>V\u00e3o encontrar uma liquida\u00e7\u00e3o provis\u00f3ria feita no Portal das Finan\u00e7as. N\u00e3o se trata de uma simula\u00e7\u00e3o, mas de uma liquida\u00e7\u00e3o completa do seu IRS, com os elementos de que a Autoridade Tribut\u00e1ria disp\u00f5e. V\u00e3o poder submet\u00ea-la muito simplesmente, com dois ou tr\u00eas cliques no rato.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>E se n\u00e3o concordarem com os valores que l\u00e1 est\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Se n\u00e3o quiserem utilizar o IRS autom\u00e1tico, t\u00eam o mesmo sistema que tinham no ano passado. Ou seja, mant\u00e9m-se para todos a possibilidade de preenchimento normal de uma declara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>As pessoas com defici\u00eancia tamb\u00e9m s\u00e3o abrangidas pelo IRS autom\u00e1tico?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Sim, mas como o sistema n\u00e3o considera os benef\u00edcios ligados \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o de deficiente, n\u00e3o tem qualquer interesse em usufruir do IRS autom\u00e1tico. Para terem aquele benef\u00edcio, ainda t\u00eam que entregar uma declara\u00e7\u00e3o, tal como no ano passado. Creio que, com altera\u00e7\u00e3o que se far\u00e1 ao cadastro, ser\u00e1 poss\u00edvel aquele benef\u00edcio j\u00e1 estar inclu\u00eddo no pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Em 2018 o sistema \u00e9 alargado a quem tem dependentes?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Exatamente. Neste momento, n\u00e3o temos conhecimento de qual \u00e9 a composi\u00e7\u00e3o do agregado familiar e, por isso, tamb\u00e9m n\u00e3o sabemos quais s\u00e3o as despesas correspondentes aos dependentes que ter\u00edamos que colocar no IRS autom\u00e1tico. Depois do ver\u00e3o teremos em funcionamento um sistema que permite \u00e0s pessoas declararem a composi\u00e7\u00e3o do seu agregado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quando \u00e9 que este automatismo chega a todos?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o creio que seja nesta legislatura. Mas creio que o IRS autom\u00e1tico nunca poder\u00e1 ser totalmente universal, porque h\u00e1 sempre rendimentos que a Autoridade Tribut\u00e1ria n\u00e3o conhece no momento da entrega das declara\u00e7\u00f5es e, portanto, para esses nunca poder\u00e1 haver totalmente um IRS autom\u00e1tico. Vamos, progressivamente, alargar o universo dos abrangidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Que rendimentos \u00e9 que a Autoridade Tribut\u00e1ria desconhece em tempo \u00fatil?<\/strong><\/p>\n<p>Os rendimentos auferidos no estrangeiro, por exemplo, tendencialmente s\u00f3 s\u00e3o conhecidos mais tarde. Enquanto a entrega do IRS for na primavera \u00e9 muito dif\u00edcil fazer o IRS autom\u00e1tico com rendimentos do estrangeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>As rendas, a categoria B, ser\u00e1 mais f\u00e1cil de serem abrangidas?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Ser\u00e1 mais f\u00e1cil e devemos ir evoluindo nesse sentido e tamb\u00e9m em alguns benef\u00edcios fiscais que hoje n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel incluir no IRS autom\u00e1tico, como os benef\u00edcios fiscais \u00e0 poupan\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Isso significa que as aplica\u00e7\u00f5es em PPR ou nos certificados de reforma , por exemplo, n\u00e3o est\u00e3o para j\u00e1 contemplados?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Os elementos que neste momento o IRS autom\u00e1tico considera s\u00e3o os rendimentos de trabalho e de pens\u00f5es, e as dedu\u00e7\u00f5es que s\u00e3o validadas no portal de e-fatura. Para a pessoa usufruir do benef\u00edcio fiscal precisa de entregar uma declara\u00e7\u00e3o. Tem de fazer o preenchimento do IRS como no ano passado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O n\u00famero \u00e9 relevante?<\/strong><\/p>\n<p>Identific\u00e1mos, com os dados do ano passado, que os agregados com rendimentos de trabalho ou de pens\u00f5es, sem dependentes e que n\u00e3o tinham benef\u00edcios fiscais, eram pouco mais de 1,4 milh\u00f5es, correspondendo a 1,8 milh\u00f5es de contribuintes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Em 2016 muitas pessoas queixaram-se de que a sua declara\u00e7\u00e3o ficou pendente durante semanas e que o reembolso chegou mais tarde. Este ano ser\u00e1 diferente?<\/strong><\/p>\n<p>No ano passado t\u00ednhamos uma situa\u00e7\u00e3o que foi \u00fanica, que era a entrada em vigor de uma reforma, o que significava que havia um conjunto de procedimentos que estavam a ser aplicados pela primeira vez e havia quest\u00f5es em que tinham de se criar as regras durante o processo da liquida\u00e7\u00e3o. Foi isto fundamentalmente que levou a que houvesse algum atraso, sobretudo para os contribuintes que entregavam na segunda fase. Este ano n\u00e3o antevejo que existam esses problemas e haver\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o significativa do prazo dos reembolsos, tal como haver\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o do prazo m\u00e9dio dos reembolsos por for\u00e7a do IRS autom\u00e1tico. Conto que o prazo do reembolso volte para os valores que existiam h\u00e1 dois e tr\u00eas anos. Agora, como sempre, haver\u00e1 situa\u00e7\u00f5es de grande complexidade e estou certo que tr\u00eas ou quatro meses depois ainda teremos um ou outro contribuinte que n\u00e3o ter\u00e1 o seu IRS devidamente liquidado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 a ideia de que quem altere os valores das despesas, fica com a declara\u00e7\u00e3o pendente\u2026<\/strong><\/p>\n<p>O IRS \u00e9 um processo cheio de automatismos. Qualquer desvio ao automatismo corre o risco de introduzir um ligeiro atraso no processamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica da reforma do IRS revelou alguns problemas entre os pais separados e com tutela partilhada. Este ano, estas situa\u00e7\u00f5es j\u00e1 est\u00e3o todas acauteladas?<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o das guardas conjuntas \u00e9 de alguma complexidade no IRS e ainda n\u00e3o temos, este ano, uma solu\u00e7\u00e3o perfeitamente afinada para todas as situa\u00e7\u00f5es. \u00c9 algo que \u00e9 preciso continuar a trabalhar. A primeira grande consequ\u00eancia que vai haver na guarda conjunta resulta do funcionamento das dedu\u00e7\u00f5es fixas, ou seja, como na reforma os dependentes eram considerados no quociente familiar, e o quociente familiar s\u00f3 se aplicava a um dos progenitores e n\u00e3o aos dois, havia um dos progenitores na guarda conjunta que n\u00e3o tinha qualquer benef\u00edcio do quociente familiar. Agora, com o aumento da dedu\u00e7\u00e3o fixa por filho, ambos os progenitores, se tiverem guarda conjunta, v\u00e3o ter o benef\u00edcio. Houve tamb\u00e9m algumas altera\u00e7\u00f5es na separa\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 ainda bastante dif\u00edcil lidar com todas as situa\u00e7\u00f5es porque a Autoridade Tribut\u00e1ria n\u00e3o as conhece todas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Mas est\u00e1 ser feita alguma coisa para que haja um tratamento fiscal semelhante em todas as situa\u00e7\u00f5es que implicam dependentes?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Determinei que fosse criado um grupo de trabalho para que, no Or\u00e7amento para 2018, tiv\u00e9ssemos um novo sistema para lidar com os dependentes em guarda conjunta nas muito diversas situa\u00e7\u00f5es que existem, das separa\u00e7\u00f5es de facto, dos casamentos, no div\u00f3rcio, nas uni\u00f5es de facto, em que normalmente a guarda conjunta n\u00e3o tem uma senten\u00e7a judicial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Este ano a divis\u00e3o das despesas e da dedu\u00e7\u00e3o dos dependentes pelos pais ainda n\u00e3o ser\u00e1 de aplica\u00e7\u00e3o generalizada?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o est\u00e1 ainda, creio eu, totalmente resolvida na lei a quest\u00e3o da guarda conjunta, porque mesmo em situa\u00e7\u00f5es atualmente abrangidas o sistema se reveste de alguma complexidade. E \u00e9 preciso tentar arranjar solu\u00e7\u00f5es que sejam simples e pr\u00e1ticas, tanto de aplicar como de cumprir.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Vai ser poss\u00edvel deduzir as refei\u00e7\u00f5es escolares de 2016. Mas desconhecendo esta novidade provavelmente muitas pessoas deitaram as faturas fora e ter\u00e3o dificuldade em beneficiar\u2026\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 sempre poss\u00edvel obter segundas vias de faturas. Esta foi uma situa\u00e7\u00e3o que tent\u00e1mos corrigir, porque era injusta para quem andava na escola p\u00fablica e tinha um diferente tratamento nas despesas de alimenta\u00e7\u00e3o. A \u00fanica coisa que era poss\u00edvel fazer era permitir \u00e0s pessoas introduzirem essas despesas. Para este ano temos uma solu\u00e7\u00e3o que, essa sim, j\u00e1 funcionar\u00e1 como o restante e-fatura, em que faturas podem ser validadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O e-fatura aceita esta despesa como dedu\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o mesmo que n\u00e3o seja isenta de IVA ou n\u00e3o tenha uma taxa de 6%?<\/strong><\/p>\n<p>O que o sistema vai fazer \u00e9 reconhecer quais s\u00e3o os fornecedores de refei\u00e7\u00f5es escolares em cantinas e quais s\u00e3o os n\u00fameros de contribuinte. E permitir que essas faturas, emitidas por essas empresas, sejam validadas pelas pessoas como despesas de educa\u00e7\u00e3o, tendo naturalmente o IVA aplic\u00e1vel \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00c0 semelhan\u00e7a de outros anos, haver\u00e1 s\u00edtios onde as pessoas podem encontrar ajuda para entregar o IRS pela Internet?<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 uma aposta em que as pessoas possam preencher a sua declara\u00e7\u00e3o de forma eletr\u00f3nica recorrendo ao apoio dos Espa\u00e7os Cidad\u00e3o, das Juntas de Freguesia. A rede foi refor\u00e7ada e haver\u00e1 mais pontos de apoio. Nas reparti\u00e7\u00f5es das Finan\u00e7as tamb\u00e9m ser\u00e1 poss\u00edvel ter ajuda.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Este ano, pela primeira vez, h\u00e1 uma fase \u00fanica de entrega do IRS. Se correr mal, admite mudar o modelo?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A anterior separa\u00e7\u00e3o em duas fases tinha muito a ver com limita\u00e7\u00f5es da pr\u00f3pria Administra\u00e7\u00e3o Fiscal, com a n\u00e3o capacidade para lidar com todos os processos ao mesmo tempo. Estamos convencidos que este modelo \u00e9 melhor e d\u00e1, no fundo, um prazo mais alargado a toda a gente. Naturalmente, como tudo nos impostos e como tudo na governa\u00e7\u00e3o, temos sempre que estar dispon\u00edveis para reconhecermos que alguma medida correu mal e ser alterada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A pr\u00e1tica mostra que as pessoas deixam o IRS para o final do prazo. O sistema inform\u00e1tico est\u00e1 preparado para fazer face a uma duplica\u00e7\u00e3o de acessos \u00e0 \u00faltima da hora?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Vamos ter que nos aperceber de qual \u00e9, exatamente, o efeito que prevalece: se a curiosidade de ver o novo sistema; se a vontade de ter um reembolso mais r\u00e1pido; ou se o t\u00edpico h\u00e1bito de deixar tudo para a meia-noite menos cinco minutos do \u00faltimo dia do prazo. N\u00e3o sabemos. Vamos ter essa experi\u00eancia e naturalmente os sistemas est\u00e3o preparados para aquilo que \u00e9 a nossa expectativa de maiores acessos. Essa prepara\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode ir sendo adaptada \u00e0 medida que observemos o comportamento dos sujeitos passivos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O governo tem no seu programa a revis\u00e3o dos escal\u00f5es do IRS, mas a medida tem vindo a ser adiada. Avan\u00e7a em 2018?<\/strong><\/p>\n<p>Queria alertar antes de mais que muitas das pessoas ainda v\u00e3o ter, este ano, aquilo que ser\u00e1 um efeito positivo de baixa do IRS. Algumas v\u00e3o sentir agora, pela primeira vez, a redu\u00e7\u00e3o da sobretaxa do ano passado. Quanto \u00e0 reformula\u00e7\u00e3o de escal\u00f5es, reafirmo o que temos dito: a perspetiva do Governo \u00e9 poder faz\u00ea-la no Or\u00e7amento para 2018 e n\u00f3s trabalhamos, neste momento, nesse sentido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Dinheiro Vivo<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">Pagar impostos por d\u00e9bito direto? Vai ser poss\u00edvel ainda este ano<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #808080;\">IUC e IMI s\u00e3o os maiores \u2018candidatos\u2019 ao pagamento autom\u00e1tico\u00a0<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Fisco est\u00e1 a estudar uma solu\u00e7\u00e3o que vai permitir aos contribuintes pagar os seus impostos por d\u00e9bito direto. Ou seja, com uma simples ordem de pagamento ao banco onde tem conta. A medida, prevista no Simplex +, estar\u00e1 no terreno at\u00e9 ao final deste ano e vai abranger todos os impostos, mas a expectativa \u00e9 que o Imposto \u00danico de Circula\u00e7\u00e3o (IUC) e o Imposto Municipal sobre os Im\u00f3veis (IMI) \u2013 aqueles onde h\u00e1 mais multas por atrasos resultantes de esquecimento \u2013 venham a ser os maiores \u2018candidatos\u2019 a esta nova modalidade de pagamento.<\/p>\n<p>O pagamento de impostos por d\u00e9bito em conta funcionar\u00e1 para o contribuinte em moldes semelhantes aos do pagamento da conta da luz ou da \u00e1gua. Mas do lado do fisco implica a escolha de um banco que ter\u00e1 por fun\u00e7\u00e3o \u2018receber\u2019 o dinheiro e canaliz\u00e1-lo para o Estado. Esta escolha ser\u00e1 feita por concurso p\u00fablico \u201cque vai ser lan\u00e7ado proximamente\u201d, revelou ao Dinheiro Vivo o secret\u00e1rio de Estado dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade.<\/p>\n<p>Foi de resto, esta quest\u00e3o da escolha do banco que impediu que a medida avan\u00e7asse mais cedo. O Simplex + apontava o quarto trimestre do ano passado como a data para a sua concretiza\u00e7\u00e3o, mas verificou-se que n\u00e3o seria tecnologicamente poss\u00edvel p\u00f4-la em funcionamento sem uma institui\u00e7\u00e3o financeira que centralizasse a recolha dos pagamentos.<\/p>\n<p>Quem j\u00e1 se atrasou no pagamento do IUC (que tem de ser feito no m\u00eas da matr\u00edcula do carro) sabe que a coima e custas podem ficar mais caras do que o imposto em si. E a experi\u00eancia tamb\u00e9m mostra que este \u00e9 um dos impostos em que mais facilmente h\u00e1 distra\u00e7\u00f5es e atrasos, por que n\u00e3o est\u00e1 associado a nenhuma obriga\u00e7\u00e3o declarativa (como sucede com o IRS), nem \u00e9 cobrado na hora (como acontece com o IMT ou o Imposto do Selo) ou sequer ao envio de uma carta das Finan\u00e7as.<\/p>\n<p>Estas caracter\u00edsticas fazem com que o \u2018selo do carro\u2019 se perfile como o imposto que a maior parte dos contribuintes queira pagar por d\u00e9bito direto \u2013 isto porque, apesar de haver um banco \u2018recetor\u2019, para o contribuinte todo este circuito se far\u00e1 atrav\u00e9s de uma simples ordem de pagamento ao seu banco habitual, onde tem conta.<\/p>\n<p>O pagamento do IMI por d\u00e9bito em conta tamb\u00e9m dever\u00e1 ter grande procura, sobretudo por parte de pessoas que n\u00e3o residem em Portugal a totalidade do ano e dos emigrantes. \u201cAtualmente estas pessoas ou t\u00eam c\u00e1 um representante legal ou algu\u00e9m de confian\u00e7a que lhes possa tratar do pagamento do IMI. Esta nova possibilidade, de o pagar por d\u00e9bito direto, vai facilitar bastante a vida\u201d, precisa Paulo Ralha, presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Impostos.<\/p>\n<p>Esta solu\u00e7\u00e3o, afirma, acaba tamb\u00e9m por beneficiar quem c\u00e1 vive. Porque, apesar de ser pr\u00e1tica da Autoridade Tribut\u00e1ria e Aduaneira, o envio da conta do IMI no m\u00eas anterior \u00e0 data de pagamento, a verdade \u00e9 que, tratando-se de um imposto certo e previs\u00edvel, a responsabilidade de o pagar a tempo e horas \u00e9 do propriet\u00e1rio do im\u00f3vel, n\u00e3o podendo este alegar em sua defesa que um eventual atraso se deveu ao facto de n\u00e3o ter recebido a conta.<\/p>\n<p>A medida, acentua ainda Paulo Ralha, \u00e9 mais uma forma de facilitar a vida aos contribuintes e, sobretudo, de evitar futuros dissabores com coimas, custas e juros de mora. Mas, acredita o dirigente do Sindicato dos Trabalhadores do Impostos, ser\u00e1 sobretudo usada pelos particulares e para aqueles dois impostos. \u201cNo IRS duvido que haja grande ades\u00e3o, porque a expectativa das pessoas \u00e9 ter um reembolso e se tiverem de pagar, querem faz\u00ea-lo o mais tarde poss\u00edvel\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de poderem escolher que impostos autorizam a ser pagos por d\u00e9bito direto (dando essa indica\u00e7\u00e3o ao banco), os contribuintes podem ainda, se n\u00e3o gostarem da experi\u00eancia, desistir e voltar a pagar o imposto da forma habitual num servi\u00e7o de Finan\u00e7as ou pura e simplesmente atrav\u00e9s do Multibanco.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<i>Dinheiro Vivo<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #000080;\">Conselho de Ministros aprova livro de reclama\u00e7\u00f5es na internet<\/span><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>O Governo aprovou esta manh\u00e3, na reuni\u00e3o do Conselho de Ministros, o livro de reclama\u00e7\u00f5es electr\u00f3nico. A ideia \u00e9 que a partir de 1 de Julho seja poss\u00edvel apresentar queixas na internet de empresas de g\u00e1s, electricidade ou comunica\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O diploma que cria o livro de reclama\u00e7\u00f5es na internet foi esta manh\u00e3 aprovado em Conselho de Ministros. Tal como o Neg\u00f3cios escreveu em primeira-m\u00e3o, a inten\u00e7\u00e3o do Executivo \u00e9 lan\u00e7ar esta nova plataforma na internet a partir de 1 de Julho para as empresas que prestam &#8220;servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais&#8221;. As reclama\u00e7\u00f5es que forem apresentadas por via electr\u00f3nica dever\u00e3o ter resposta num prazo m\u00e1ximo de 15 dias \u00fateis.<\/p>\n<p>O comunicado do Conselho de Ministros assinala que esta medida &#8220;vem aumentar a protec\u00e7\u00e3o do consumidor e reduzir os encargos para as empresas&#8221;. &#8220;Estando dispon\u00edvel em plataforma digital, os consumidores passam a poder apresentar reclama\u00e7\u00f5es e submeter pedidos de informa\u00e7\u00e3o de forma desmaterializada, promovendo-se o tratamento mais c\u00e9lere e eficaz das solicita\u00e7\u00f5es e uma maior satisfa\u00e7\u00e3o dos consumidores e utentes&#8221;.<\/p>\n<p>De acordo com a proposta consultada pelo Neg\u00f3cios, o Governo pretende introduzir a vers\u00e3o electr\u00f3nica do livro de reclama\u00e7\u00f5es de forma faseada. A partir de 1 de Julho, a nova plataforma ser\u00e1 implementada junto dos &#8220;prestadores de servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais&#8221;. Em causa est\u00e3o as empresas que fornecem \u00e1gua, energia el\u00e9ctrica, g\u00e1s natural e gases de petr\u00f3leo liquefeitos canalizados, bem como as empresas de comunica\u00e7\u00f5es electr\u00f3nicas, de servi\u00e7os postais, de recolha e tratamento de \u00e1guas residuais e de gest\u00e3o de res\u00edduos s\u00f3lidos urbanos.<\/p>\n<p>Isso significa que a EDP, a EPAL, os CTT ou qualquer operadora de telecomunica\u00e7\u00f5es passar\u00e3o a ter de disponibilizar, j\u00e1 a partir de 1 de Julho, o livro de comunica\u00e7\u00f5es na internet. O acesso a esta plataforma ser\u00e1 feito atrav\u00e9s do endere\u00e7o www.lro.pt, ainda indispon\u00edvel. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 estender depois a vers\u00e3o electr\u00f3nica aos restantes sectores de actividade. Isso s\u00f3 acontecer\u00e1 depois de se estudar como decorreu a implementa\u00e7\u00e3o desta primeira fase, atrav\u00e9s de um relat\u00f3rio que ser\u00e1 apresentado um ano mais tarde, em Julho de 2018.<\/p>\n<p>Para incentivar o recurso ao livro de reclama\u00e7\u00f5es na internet, o Governo quer, segundo a proposta consultada pelo Neg\u00f3cios, que todas as queixas submetidas por essa via tenham uma resposta num prazo m\u00e1ximo de 15 dias \u00fateis, a\u00a0 contar da data de apresenta\u00e7\u00e3o. Actualmente n\u00e3o existe um prazo m\u00e1ximo de resposta quando se apresenta uma reclama\u00e7\u00e3o no respectivo livro.<br \/>\n<strong>Livro amarelo simplificado<\/strong><\/p>\n<p>Na reuni\u00e3o do Conselho de Ministros foi ainda aprovada uma altera\u00e7\u00e3o ao &#8220;livro de reclama\u00e7\u00f5es amarelo&#8221;, que \u00e9, segundo o Governo, o modelo de queixa aplic\u00e1vel ao sector p\u00fablico. Segundo o comunicado distribu\u00eddo \u00e0 imprensa, essas mudan\u00e7as simplificam &#8220;a vers\u00e3o em papel do livro, reduzindo o n\u00famero de c\u00f3pias e a respectiva tramita\u00e7\u00e3o, bem como alargando a utiliza\u00e7\u00e3o das plataformas que suportam a vers\u00e3o electr\u00f3nica do livro&#8221;.<\/p>\n<p>Adicionalmente, foi tamb\u00e9m &#8220;refor\u00e7ado o mecanismo de avalia\u00e7\u00e3o do atendimento p\u00fablico pelos utilizadores atrav\u00e9s da fixa\u00e7\u00e3o de normas uniformes definidas pela Ag\u00eancia para a Moderniza\u00e7\u00e3o Administrativa&#8221;.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: <i>Jornal de Neg\u00f3cios<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><!--more--><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Contribuintes t\u00eam 10 dias para pedir dispensa de pagamento de coima por n\u00e3o terem aberto a caixa postal electr\u00f3nica (ViaCTT) &nbsp; &nbsp; Milhares de contribuintes falharam ativa\u00e7\u00e3o da caixa postal eletr\u00f3nica para comunicarem com o fisco. Coimas chegaram agora ao correio fisico. &nbsp; &nbsp; Os milhares de contribuintes que est\u00e3o a ser surpreendidos com multas do fisco por n\u00e3o se terem \u2018aberto\u2019 uma caixa postal eletr\u00f3nica (atrav\u00e9s do ViaCTT) podem pedir a dispensa de pagamento da coima, mas devem faze-lo quanto antes. \u00c9 que, esgotados os primeiros 10 dias, a coima aumenta e o valor das custas duplica. Pedido deve [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":508,"parent":423,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/finoeste.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/501"}],"collection":[{"href":"https:\/\/finoeste.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/finoeste.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/finoeste.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/finoeste.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=501"}],"version-history":[{"count":143,"href":"https:\/\/finoeste.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/501\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":972,"href":"https:\/\/finoeste.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/501\/revisions\/972"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/finoeste.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/423"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/finoeste.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/508"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/finoeste.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=501"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}